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← Blog·Peptídeos18 de junho de 2026· 5 min de leitura

O Que É INSL3? Descida Testicular, Criptorquidia e Fertilidade Masculina

INSL3 (Insulin-like Factor 3) é um peptídeo secretado pelas células de Leydig do testículo via receptor RXFP2. É essencial para a descida testicular fetal (gubernaculum) — sua deficiência causa criptorquidia, principal fator de risco para infertilidade e câncer testicular. Em adultos, INSL3 é um marcador da função de Leydig mais estável que testosterona. Também é produzida pelos ovários (fase lútea) e tem papel no folículo ovariano.

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BioPeptídeos Editorial
Equipe Peptídeos Bio
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INSL3: Estrutura, Família Insulina e Receptor RXFP2

INSL3 (Insulin-like Factor 3, também conhecido como Leydig Cell Insulin-like Peptide — LCGP) foi identificado em 1992 por Adham et al. como um novo membro da família insulina/IGF/relaxina expresso especificamente no testículo. Sua função fisiológica mais importante — descida testicular — foi revelada em 1999 por Nef e Bhatt em camundongos KO que desenvolviam criptorquidia bilateral.

Gene e família

  • Gene INSL3: cromossomo 19p13.11; 2 éxons
  • Superfamília insulina/IGF: pré-pro-INSL3 (160aa) → pro-INSL3 → processamento de peptídeo C → INSL3 matura
  • INSL3 matura: cadeia A (26aa) + cadeia B (31aa) — conectadas por 2 pontes dissulfeto intercadeias + 1 intracadeia (idêntico à insulina estruturalmente)

Receptor RXFP2

  • RXFP2 (Relaxin Family Peptide Receptor 2): GPCR com domínio leucine-rich repeat (LRR) N-terminal + domínio LDLa
  • Acoplamento: Gs → ↑cAMP (principal); Gi (em menor grau)
  • RXFP2 expresso em: gubernaculum (ligamento que conduz descida testicular), testículo, epidídimo, ovário, osso, SNC
  • Especificidade: INSL3 se liga a RXFP2 com alta afinidade; Relaxina-2 (RLN2) pode ligar com menor afinidade

Quem produz INSL3

  • Células de Leydig: fonte dominante no macho

- Fetal: Leydig fetais produzem INSL3 → pico máximo durante descida testicular (8-28 semanas gestacionais em humanos) - Adulto: Leydig adultos produzem INSL3 constitutivamente (não pulsátil, diferente de testosterona)

  • Ovário feminino: células tecais produzem INSL3 durante a fase lútea
  • Regulação de INSL3 em Leydig: LH → receptor LHR → ↑INSL3 (diferencial: testosterona é aguda, INSL3 é tônico)

INSL3 e Descida Testicular: Criptorquidia e Câncer Testicular

Descida testicular — processo bífásico

  • Fase 1 (transabdominal, 8-15 semanas): testículo desce do rim até a borda pélvica — mediado por INSL3 → RXFP2 no gubernaculum → ↑proliferação e diferenciação do gubernaculum
  • Fase 2 (inguinoescrotal, 25-35 semanas): gubernaculum puxado pelo canal inguinal até escroto — mediado por androgênios (testosterona + INSL3 cooperativamente)

INSL3 KO → criptorquidia

  • Camundongos INSL3 KO: 100% criptorquidia bilateral — gubernaculum não se desenvolve → testículo permanece no abdômen
  • Camundongos RXFP2 KO: fenótipo idêntico — confirma que é a sinalização INSL3/RXFP2 que é necessária
  • Humanos com mutações INSL3 ou RXFP2: criptorquidia isolada (variantes de perda de função identificadas)

Criptorquidia em humanos

  • Prevalência: 2-8% dos recém-nascidos do sexo masculino a termo; 30% nos prematuros
  • Maioria resolve espontaneamente até 3 meses (descida tardia via androgênios); persistência após 6 meses = criptorquidia verdadeira
  • Consequências da criptorquidia não tratada:

- ↓fertilidade (temperatura abdominal > escrotal → ↓espermatogênese) - ↑risco de câncer testicular (células germinativas anômalas em temperatura alta) - Risco relativo para TGCT (testicular germ cell tumor): ↑3-5× vs. testículo descendido

  • Tratamento: orquidopexia (cirúrgica) até 12-18 meses → ↑fertilidade futura; hCG/GnRH: sucesso <30%

Mutations INSL3/RXFP2 em criptorquidia

  • Estudo Ferlin 2008 (J Clin Endocrinol Metab): varredura de INSL3 e RXFP2 em 300 homens com criptorquidia

- Variantes INSL3: 4-5% dos casos (raras mas causais) - Variantes RXFP2: 3-4% dos casos

  • Mutações mais frequentes: missense em domínio LRR de RXFP2 → ↓ligação de INSL3
  • Polimorfismo rs2293275 (Ala60Thr de RXFP2): associado a risco moderado de criptorquidia em estudos populacionais

INSL3 em Adultos: Biomarcador de Função de Leydig

INSL3 como marcador de reserva de Leydig

  • Testosterona: pulsátil (segue LH pulsatilidade); varia 20-50% ao longo do dia; valor único pode ser enganoso
  • INSL3: secretado tonicamente pelas células de Leydig (não pulsátil, estável ao longo do dia) → reflete número e qualidade das células de Leydig de forma mais confiável
  • INSL3 adulto normal: 0.5-3 ng/mL (ensaio dependente)
  • ↓INSL3: indica perda/disfunção de Leydig mesmo com testosterona ainda normal (LH compensatório)

INSL3 em hipogonadismo

  • Hipogonadismo hipergonadotrófico (p. ex., Klinefelter 47,XXY): ↓↓INSL3 por perda de células de Leydig
  • Hipogonadismo hipogonadotrófico (IHH/Kallmann): ↓INSL3 por falta de estimulação LH; INSL3 responde a tratamento com hCG/LH exógeno
  • Monitoramento de terapia de TRT (testosterona): TRT suprime LH → ↓Leydig → ↓INSL3 → confirma supressão de espermatogênese endógena

INSL3 em infertilidade masculina

  • Azoospermia obstrutiva vs. não-obstrutiva: INSL3 diferencia? — ↓em não-obstrutiva (insuficiência de Leydig)
  • Oligo/astenozoospermia idiopática: ↓INSL3 em subgrupo com comprometimento de Leydig
  • Varicocele: ↓INSL3 correlaciona com gravidade; cirurgia (varicocelectomia) → ↑INSL3 e ↑testosterona?

INSL3 no envelhecimento masculino

  • Andropausa/LOAD (Late-Onset Androgen Deficiency): ↓testosterona e ↓INSL3 com envelhecimento
  • INSL3 cai mais precocemente que testosterona (Pich et al. 2009): indica perda de Leydig mesmo antes do hipogonadismo clínico
  • MMAS (Massachusetts Male Aging Study): ↓INSL3 associado a ↑risco de síndrome metabólica e ↓DMO

INSL3 em Mulheres, Osso e Perspectivas

INSL3 no ovário feminino

  • Células tecais ovarianas: produzem INSL3 (principalmente na fase lútea)
  • INSL3 sérico em mulheres: baixo mas mensurável; pico na fase lútea
  • PCOS (síndrome dos ovários policísticos): ↑INSL3 nas mulheres com PCOS (hiperprodução tecal, equivalente a hiperatividade de Leydig)
  • Correlação INSL3 × androgênios em PCOS: INSL3 → RXFP2 em tecidos ovarianos → ↑produção de androsteno/testosterona?
  • Falência ovariana prematura (POF/POI): ↓INSL3 — reflete ↓reserva de célula tecal
  • Reserva ovariana: AMH (antimulleriano) para células granulosas; INSL3 para células tecais — dois biomarcadores complementares?

INSL3 e osso

  • RXFP2 expresso em osteoblastos e osteócitos
  • INSL3 → RXFP2 → ↑cAMP → ↑diferenciação osteoblástica → ↑formação óssea
  • Camundongos RXFP2 KO: ↓DMO — fenótipo osteopênico
  • Homens com ↓INSL3 (hipogonadismo): ↓DMO correlaciona com ↓INSL3 (independente de testosterona)
  • INSL3 como contribuidor à saúde óssea masculina — além dos efeitos da testosterona

INSL3 e SNC

  • RXFP2 no hipotálamo, hipocampo e cerebelo: INSL3 neuroativa?
  • Funções neurais: especulativas — possível papel em comportamento sexual e exploração via ↑cAMP em neurônios

Perspectivas clínicas

  • INSL3 como biomarcador rotineiro de função de Leydig: mais estável que testosterona → útil em avaliação de infertilidade, envelhecimento masculino, efeito de TRT
  • Triagem neonatal de INSL3: identificar prematuros com ↓INSL3 como risco para criptorquidia futura?
  • INSL3 recombinante: estudo de fertilidade masculina em hipogonadismo — análogo à hCG/LH?
  • RXFP2 agonistas de pequena molécula: desenvolvidos para tratar osteoporose ou hipogonadismo de Leydig?

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Pontos-chave sobre INSL3

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Pontos essenciais sobre INSL3:

  • INSL3 (Insulin-like Factor 3), também chamado RLGF (Relaxin-like Factor), pertence à superfamília insulina/relaxina — estrutura A-B-C-peptídeo similar à proinsulina
  • Receptor: RXFP2 (LGR8) — GPCR acoplado a Gs→↑cAMP; também acoplado a Gi em alguns tecidos
  • Fonte principal: células de Leydig do testículo (>90% do INSL3 circulante em homens); células tecais do ovário em mulheres
  • Função fetal crítica: INSL3 → RXFP2 → ↑cAMP → ↑diferenciação do gubernaculum → descida testicular transabdominal (semanas 8-15 gestacionais)
  • Biomarcador de Leydig: INSL3 é secretado tonicamente (não pulsatilmente como testosterona) — reflete diretamente o número e a saúde das células de Leydig; mais estável para diagnóstico de disfunção precoce
  • Correlações clínicas: ↓INSL3 em hipogonadismo hipogonadotrófico, dano testicular, envelhecimento masculino, TRT exógena; ↑INSL3 em LH elevado (puberdade, PCOS feminino, hipogonadismo compensado)
  • Papel no osso: RXFP2 em osteoblastos → INSL3 promove formação óssea; homens com ↓INSL3 têm ↓DMO independentemente da testosterona

| Característica | INSL3 | Testosterona | |---|---|---| | Secretado por | Células de Leydig | Células de Leydig | | Padrão de secreção | Tônico (estável) | Pulsátil (varia 20-50%/dia) | | Controle por LH | Sim (crônico) | Sim (agudo) | | Sensibilidade a dano testicular | Alta (cai antes da T) | Moderada | | Uso clínico rotineiro | Não (pesquisa) | Sim (diagnóstico padrão) |

Erros Comuns sobre INSL3

1. Confundir INSL3 com testosterona por ambos virem das células de Leydig INSL3 e testosterona são produzidas pelas células de Leydig, mas são moléculas completamente distintas. Testosterona é um esteroide que age via receptor androgênico nuclear (AR). INSL3 é um peptídeo da família insulina/relaxina que age via RXFP2 (GPCR, ↑cAMP). Baixa testosterona e baixo INSL3 geralmente co-ocorrem no hipogonadismo, mas não são sinônimos e não se substituem clinicamente.

2. Não saber que TRT exógena suprime INSL3 Terapia de reposição de testosterona (TRT) exógena suprime o eixo HPG → ↓LH endógeno → ↓estímulo às células de Leydig → ↓INSL3 e ↓espermatogênese. Isso explica por que TRT afeta negativamente a fertilidade. Co-administração de hCG (análogo de LH) mantém a estimulação das células de Leydig, preservando INSL3 e fertilidade durante a TRT.

3. Assumir que criptorquidia sempre resulta de mutações em INSL3/RXFP2 Mutações em INSL3 ou RXFP2 são encontradas em apenas 4-8% dos casos de criptorquidia. A maioria dos casos é multifatorial (prematuridade, baixo peso ao nascer, disruptores endócrinos ambientais, síndromes genéticas). A contribuição de INSL3/RXFP2 é real mas não é a única nem a principal causa em nível populacional.

4. Negligenciar INSL3 em mulheres INSL3 é frequentemente apresentado como hormônio exclusivamente masculino, mas células tecais ovarianas também o produzem. Em PCOS, INSL3 está elevado (refletindo hiperprodução tecal e hiperandrogenismo). Em falência ovariana prematura, INSL3 está reduzido. Junto com AMH, INSL3 pode complementar a avaliação da reserva ovariana — papel ainda em investigação.

5. Desconhecer o efeito de INSL3 na saúde óssea masculina INSL3 tem papel na saúde óssea via RXFP2 em osteoblastos. Homens com hipogonadismo e baixo INSL3 têm menor DMO independentemente da testosterona. Isso sugere que TRT pode não normalizar completamente o déficit ósseo se o compartimento de Leydig estiver muito suprimido — ponto importante para acompanhamento de densidade óssea.

Quando Procurar Avaliação Profissional

  • Criptorquidia neonatal (testículo não-descido ao nascimento) — urologista pediátrico deve ser consultado nos primeiros meses de vida; a orquidopexia antes dos 18 meses reduz substancialmente o risco de infertilidade e câncer testicular; INSL3 neonatal baixo pode ser preditivo de criptorquidia persistente em prematuros de alto risco
  • Infertilidade masculina com espermograma alterado e testículos pequenos — INSL3 sérico pode ser incluído na avaliação de função de Leydig junto com LH e testosterona; valor baixo com LH elevado sugere falência primária de Leydig; encaminhar para andrologista ou urologista especializado em fertilidade
  • Hipogonadismo masculino em avaliação de causa e reserva testicular — INSL3 fornece informação sobre o número funcional de células de Leydig; pré e pós-TRT, medir INSL3 pode guiar decisões sobre manutenção da fertilidade (hCG adjuvante)
  • Declínio de testosterona relacionado à idade (LOH) — INSL3 cai com o envelhecimento de forma proporcional ao declínio das células de Leydig; medir INSL3 junto com testosterona pode distinguir entre hipogonadismo hipotalâmico (INSL3 normal/baixo com LH baixo) e falência de Leydig (INSL3 baixo com LH elevado)
  • PCOS em mulheres com suspeita de hiperandrogenismo tecal — INSL3 elevado em mulheres pode complementar a avaliação de hiperandrogenismo; discutir com ginecologista endocrinologista sobre inclusão no painel diagnóstico se disponível em laboratório especializado
Aviso Editorial

Este artigo tem caráter exclusivamente informativo e educacional, produzido pela equipe editorial da Peptídeos Bio com base em evidências científicas disponíveis até a data de publicação. Não constitui conselho médico, diagnóstico ou prescrição terapêutica. Peptídeos de pesquisa não possuem aprovação regulatória da ANVISA para uso clínico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado antes de iniciar qualquer protocolo. Leia o aviso médico completo.

Perguntas Frequentes

O que é INSL3?+

INSL3 (Insulin-like Factor 3) é um peptídeo da família insulina/relaxina produzido pelas células de Leydig do testículo. É essencial para a descida testicular fetal — via receptor RXFP2, estimula o gubernaculum (ligamento que guia o testículo ao escroto). Camundongos e humanos com mutações em INSL3 ou RXFP2 desenvolvem criptorquidia (testículo não-descido). Em adultos, INSL3 é um biomarcador estável da função das células de Leydig, mais confiável que a testosterona para avaliar a reserva testicular.

INSL3 tem relação com criptorquidia?+

Sim — INSL3 é o hormônio fetal que controla a fase transabdominal da descida testicular (8-15 semanas gestacionais). Sem INSL3 ou RXFP2 funcional, o gubernaculum não se desenvolve e o testículo permanece no abdômen (criptorquidia). Mutações em INSL3 ou RXFP2 são encontradas em 4-8% dos homens com criptorquidia isolada. A criptorquidia não tratada aumenta o risco de infertilidade e câncer testicular.

Por que INSL3 é melhor que testosterona para avaliar a função de Leydig?+

Testosterona é secretada pulsatilmente, variando 20-50% ao longo do dia, e um único valor pode ser enganoso. INSL3 é secretado tonicamente, de forma estável, refletindo diretamente o número e a saúde das células de Leydig. Isso torna o INSL3 mais útil para detectar disfunção precoce de Leydig antes que a testosterona caia — especialmente no acompanhamento de hipogonadismo, infertilidade masculina e envelhecimento.

INSL3 é encontrado em mulheres?+

Sim — células tecais do ovário produzem INSL3, com pico na fase lútea. Mulheres com PCOS têm INSL3 elevado (refletindo hiperprodução tecal e hiperandrogenismo). Em falência ovariana prematura, INSL3 está reduzido. Juntamente com AMH (produzido pelas células granulosas), INSL3 poderia ser um marcador complementar da reserva ovariana em mulheres.

INSL3 e testosterona são a mesma coisa?+

Não — são hormônios completamente distintos, ambos produzidos pelas células de Leydig. Testosterona é um esteroide androgênico que age via receptor androgênico nuclear (AR). INSL3 é um peptídeo da família insulina/relaxina que age via RXFP2 (GPCR, ↑cAMP). Testosterona media a masculinização e função sexual; INSL3 governa a descida testicular fetal e reflete tonicamente a saúde das células de Leydig. Ambos caem no hipogonadismo mas não se substituem clinicamente.

Como INSL3 pode ser medido clinicamente?+

INSL3 é medido por ELISA ou radioimunoensaio em soro/plasma. Diferentemente da testosterona, INSL3 não varia significativamente ao longo do dia — isso é uma vantagem prática (não requer amostra matinal). Não há faixa de referência padronizada globalmente; estudos usam tipicamente 0,5–5 ng/mL em homens adultos. O ensaio não está amplamente disponível na rotina clínica — está principalmente em centros universitários e laboratórios de referência em endocrinologia reprodutiva.

TRT (terapia de testosterona) afeta o INSL3?+

Sim — TRT exógena suprime o eixo HPG via feedback negativo → ↓LH endógeno → ↓estímulo às células de Leydig → ↓INSL3. É parte do mecanismo pelo qual TRT reduz a fertilidade masculina: sem LH adequado, as células de Leydig atrofiam, reduzindo a testosterona intratesticular (necessária para espermatogênese) e o INSL3. Co-administração de hCG (análogo de LH) mantém a estimulação das células de Leydig, preservando INSL3 e fertilidade durante a TRT.

Referências Científicas

  1. Adham IM, et al. Cloning of a cDNA for a member of the insulin superfamily (INSL3) expressed in the testis.. Mol Endocrinol, 1993.
  2. Nef S, Bhatt DL, et al. Cryptorchidism in mice mutant for Insl3.. Nat Genet, 1999.
  3. Ferlin A, et al. Mutations in the insulin-like factor 3 receptor are associated with human cryptorchidism.. J Clin Endocrinol Metab, 2008.
  4. Pich A, et al. INSL3 is a useful marker to evaluate the functional state of Leydig cells in men with testicular damage.. Hum Reprod, 2009.
  5. Bay K, et al. Insulin-like factor 3 serum levels in 135 normal men and 85 men with testicular disorders: relationship to the luteinizing hormone-testosterone axis.. J Clin Endocrinol Metab, 2005.
  6. Wei C, Lu W, Li Y et al. Novel INSL3 variants cause male infertility with cryptorchidism.. Journal of assisted reproduction and genetics, 2026.

Ver Metodologia Editorial para critérios de seleção e classificação das evidências. Ver Política Editorial para padrões de qualidade.

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