Use o cupom PRIMEIRA10 e ganhe 10% OFF na primeira compra
← Blog·peptideos01 de julho de 2026· 12 min de leitura

Mesalazina, vedolizumabe e ustekinumabe — farmacologia da doença inflamatória intestinal: 5-ASA, integrina α4β7 e IL-12/23 em Crohn e colite ulcerativa

Mesalazina (5-ASA) inibe síntese de prostaglandinas e leucotrienos localmente na mucosa intestinal — tratamento de manutenção da colite ulcerativa leve a moderada. Vedolizumabe (Entyvio®) bloqueia integrina α4β7 → impede migração de linfócitos para o intestino (seletividade gut-specific). Ustekinumabe (Stelara®) neutraliza a subunidade p40 de IL-12 e IL-23 → bloqueia diferenciação Th1 e Th17. Ambos aprovados para Crohn e CU moderada a grave.

B
BioPeptídeos Editorial
Equipe Peptídeos Bio
Compartilhar:

Patogênese da DII e alvos terapêuticos — Crohn vs Colite Ulcerativa

Doença Inflamatória Intestinal (DII) engloba dois fenótipos principais:

Colite Ulcerativa (CU):

  • Inflamação contínua, confinada ao cólon, superficial (mucosa + submucosa) → começa no reto e progride proximalmente (pancolite, colite esquerda, proctossigmoidite)
  • Infiltrado de neutrófilos, abscessos de cripta, úlceras superficiais
  • Citocinas: Th2 (IL-5, IL-13, IL-33) + IL-6; padrão imune diferente do Crohn
  • Complicação temida: megacólon tóxico + carcinoma colorretal (risco aumentado com colite extensa e longa duração → colonoscopia de vigilância)

Doença de Crohn (DC):

  • Inflamação transmural (atinge todas as camadas), descontínua (skip lesions), pode afetar qualquer segmento do TGI (boca ao ânus; íleon terminal + ceco são mais comuns)
  • Granulomas não-caseosos (patognomônicos mas presentes em apenas 30-40%)
  • Citocinas: Th1 (IFN-γ, TNF-α) + Th17 (IL-17, IL-22) + IL-12, IL-23
  • Complicações: estenose (obstrução intestinal), fístulas (entre alças, entero-vesical, entero-vaginal, perianal), abscessos, desnutrição

Patogênese comum: disregulação da tolerância imune a antígenos da microbiota intestinal em indivíduos geneticamente susceptíveis (mais de 240 loci de susceptibilidade identificados — NOD2 é o mais estudado para DC; HLA-DR + IL23R para CU):

  1. Barreira epitelial defeituosa: DII associada com aumento de permeabilidade intestinal (tight junctions defeituosas) → translocação de antígenos bacterianos → ativação do sistema imune inato (células dendríticas, macrófagos via PRRs incluindo TLRs e NOD2)
  2. Ativação imune inata: células dendríticas ativadas → produção de IL-12, IL-23, TNF-α, IL-6 → instrução do sistema adaptativo
  3. Polarização de células T: IL-12 → Th1 → IFN-γ + TNF-α (Crohn); IL-23 → Th17 → IL-17A, IL-17F, IL-22; IL-33, IL-25 → Th2 → IL-5, IL-13 (mais CU)
  4. Recrutamento de leucócitos: MAdCAM-1 (addressin das vênulas intestinais) + integrina α4β7 (nos linfócitos) → os linfócitos inflamatórios migram preferencialmente para o intestino → alvo do vedolizumabe
  5. Ciclo inflamatório: neutrófilos, macrófagos, células T efetor → produzem proteases, ERO, TNF-α, IL-1β → dano tecidual → inflamação crônica

Biomarcadores de atividade e monitoramento:

  • Calprotectina fecal: proteína secretada por neutrófilos, macrófagos e monócitos; elevada na DII ativa; muito útil para monitoramento não-invasivo (meta < 50-150 μg/g nas remissões; > 250 em atividade moderada-grave); distingue DII de SII (síndrome do intestino irritável)
  • PCR e VHS: não específicos mas correlacionam com atividade inflamatória
  • Colonoscopia com biópsias: padrão-ouro para avaliação de atividade, extensão e vigilância
  • TC/RNM de abdome: avaliação de espessura de alça, complicações (abscesso, fístula, estenose) — RM enteroclise preferida em Crohn por ausência de radiação

5-ASA (mesalazina/sulfassalazina) e imunomoduladores clássicos na DII

5-Aminossalicilato de sódio (5-ASA) / Mesalazina (Mesacol® — Meizler; Pentasa® — Ferring; Asacol® — Allergan; genérico):

  • O componente ativo é o 5-ASA (ácido 5-aminossalicílico) que age topicamente na mucosa intestinal
  • Mecanismo: inibição local da síntese de prostaglandinas (PGE₂ — via COX) e leucotrienos (LTB₄ — via lipoxigenase → principal mediador de recrutamento de neutrófilos no intestino); efeitos antioxidantes (inibe ERO); inibe NF-κB local; reduz síntese de citocinas inflamatórias (IL-1, IL-6, TNF-α) nas células epiteliais e imunes intestinais; os mecanismos anti-inflamatórios parecem ser múltiplos e dependentes da concentração local
  • Formulações (projetadas para liberar 5-ASA no segmento adequado):

- Asacol®, Lialda® (mesalazina pH-dependente — libera no íleo terminal/cólon quando pH > 7) - Pentasa® (mesalazina de liberação controlada — libera desde o jejuno até o cólon) - Mesacol® enema/supositório: para proctite e colite distal — alta eficácia local - Salofalk® (mesalazina granulada com cobertura gastrointestinal)

  • Sulfassalazina (histórico, 1940s): pró-fármaco — sulfapiridina + 5-ASA ligados; bactérias do cólon clivam → liberam 5-ASA no cólon; porém sulfapiridina causa muitos efeitos adversos (náusea, cefaleia, hemólise em G6PD, oligospermia reversível) → uso declinou desde que mesalazina pura ficou disponível; ainda usada em CU + artrite associada (sulfapiridina tem efeito anti-artrítico)

Uso clínico do 5-ASA:

  • Colite ulcerativa: PEDRA ANGULAR do tratamento em CU leve a moderada;

- Indução de remissão: 2-4.8 g/dia oral (+ enema retal se doença distal/esquerda); combine formulação oral + retal para maior eficácia em proctossigmoidite - Manutenção de remissão: mesalazina é a única terapia oral com evidência de manutenção a longo prazo em CU (reduz recidiva em 70% vs placebo); dose de manutenção 1.6-2.4 g/dia - Redução de risco de carcinoma colorretal: uso crônico de 5-ASA em pacientes com CU associa-se a redução de risco de CCR (meta-análises); mecanismo: redução da inflamação crônica + possíveis efeitos diretos (5-ASA ativa PPARγ)

  • Doença de Crohn: 5-ASA tem evidência MUITO FRACA e limitada em DC (principalmente DC ileal ou ileocólica); as diretrizes atuais NÃO recomendam 5-ASA como tratamento-padrão para DC (ao contrário da CU); pode ser usado apenas em DC colônica muito leve
  • Tolerância: 5-ASA é muito bem tolerado; efeitos adversos raros: nefrite intersticial (monitorar creatinina anualmente — especialmente com Asacol® pH-dependente); náusea (rara com formulações modernas)

Imunomoduladores clássicos — azatioprina, 6-mercaptopurina e metotrexato:

  • Azatioprina (Imuran® — Aspen; genérico) / 6-Mercaptopurina (Purinethol® — Recordati; genérico): imunossupressores antimetabólitos; AZA é pró-fármaco convertido em 6-MP pelas células intestinais → 6-MP → 6-TGN (6-tioguanina nucleotídeo, forma ativa) por TPMT (tiopurina metiltransferase); 6-TGN inibe síntese de DNA (purina) e induz apoptose de células T ativadas → efeito imunossupressor; latência de 3-6 meses para efeito pleno; indicações: manutenção de remissão em DC e CU (após corticoide ou biológico); corticosteroid-sparing (permite reduzir corticoide); combinação com biológico (anti-TNF) potencializa eficácia e reduz imunogenicidade (formação de anticorpos anti-biológico); toxicidades: leucopenia (dosar TPMT antes: defeicientes de TPMT acumulam 6-TGN → leucopenia grave; reduzir dose ou evitar em deficientes homozigóticos), hepatotoxicidade, pancreatite (1-5%, irrespective de TPMT — parar imediatamente), náuseas; linfoma de células T hepatoesplênico (muito raro, fatal — mais em homens jovens usando AZA+anti-TNF)
  • Metotrexato (MTX) SC semanal: alternativa em DC (especialmente se intolerância à AZA/6-MP); indução em DC corticodependente; não aprovado para manutenção de CU; verificar tabagismo, álcool, hepatotóxico

Vedolizumabe e ustekinumabe — biológicos gut-selectivos e anti-IL-12/23 na DII

Vedolizumabe (Entyvio® — Takeda):

  • Anticorpo monoclonal IgG1 humanizado anti-integrina α4β7; aprovado FDA e Anvisa para DC e CU moderada a grave
  • Mecanismo de seletividade intestinal: o tráfico de linfócitos para o intestino (mas não para outros órgãos como fígado, sistema nervoso central) é dependente da interação de integrina α4β7 (expressa nos linfócitos de memória intestinais) com MAdCAM-1 (addressin nas vênulas pós-capilares intestinais); vedolizumabe bloqueia a α4β7 → impede que linfócitos inflamatórios (Th1, Th17, Th2 intestinais) migrem para a lâmina própria do intestino → redução da inflamação intestinal sem imunossupressão sistêmica significativa (não bloqueia α4β1 que media tráfico para outros tecidos)
  • Vantagem sobre natalizumabe (anti-α4 — bloqueia TANTO α4β7 quanto α4β1): natalizumabe bloqueia tráfico de linfócitos para o SNC → risco de leucoencefalopatia multifocal progressiva (PML) pelo vírus JC → vedolizumabe, sendo seletivo intestinal, tem risco extremamente baixo de PML
  • Trials principais:

- GEMINI I (CU): indução semanas 0,2,6 → resposta 47.1% vs 25.5% placebo; remissão em manutenção semana 52: 41.8% vs 15.9% - GEMINI II (DC): vedolizumabe vs placebo; resposta à indução 31.4% vs 25.7%; remissão em manutenção (sem corticoide): 21.7% vs 10.5%

  • Dose: 300 mg IV a cada 8 semanas (manutenção após indução em 0, 2, 6 semanas); formulação SC (Kynteles® 108 mg) aprovada para manutenção
  • Perfil de segurança: excelente — sem imunossupressão sistêmica significativa; não aumenta risco de infecções oportunistas ou tuberculose de forma relevante; não causa linfopenia sistêmica; não contraindica o uso em pacientes com infecção latente de TB não tratada (ao contrário dos anti-TNF); boa opção em: pacientes idosos, com múltiplas comorbidades, infecção por HIV ou TB, histórico de neoplasia, doença do SNC
  • Desvantagem: início de ação mais lento que anti-TNF (efeito máximo em 6-14 semanas vs 2-4 semanas para anti-TNF) → não é ideal para pacientes com DII grave que necessitam resposta rápida

Ustekinumabe (Stelara® — Janssen):

  • Anticorpo monoclonal IgG1 humano que liga a subunidade p40 de IL-12 e IL-23 → bloqueia a ligação dessas citocinas a seus receptores compartilhados (IL-12Rβ1) → inibição de diferenciação Th1 (via IL-12 → IFN-γ) e Th17 (via IL-23 → IL-17, IL-22)
  • Aprovado inicialmente para psoríase (2009) e artrite psoriática → depois para DC (UNIFI-INDUCTION 2016 — Stelara para DC) e CU (UNIFI 2019)
  • Dose: dose de ataque IV única dose-peso (∼6 mg/kg — aprox 260-520 mg) → SC 90 mg a cada 8-12 semanas para manutenção
  • Trials: UNIFI (CU): indução IV → remissão semana 8: 15.5% vs 5.3%; manutenção semana 52: 38.4% vs 15.0%; UNIFI-INDUCTION (DC): resposta clínica semana 8 após dose IV: 55.5% vs 28.7%; manutenção com SC: 53% vs 35.9% em resposta
  • Perfil de segurança excelente: sem imunossupressão profunda; risco de infecções similar ao placebo na maioria dos estudos; não contraindica biológico pós-infecção latente TB; sem risco elevado de neoplasia; adequado em idosos e comorbidades
  • IL-23 selective inhibitors (risanquizumabe/mirikizumabe): nova classe aprovada para DII — bloqueiam especificamente IL-23 (subunidade p19) sem afetar IL-12 → teórica menor interferência com imunidade Th1 protetora contra infecções; Risanquizumabe (Skyrizi®) aprovado para DC (2023) e CU (2024); Mirikizumabe (Omvoh®) aprovado para CU (2023)

Algoritmo de biológicos em DII (simplificado):

  • DC grave/corticodependente/corticorrefratária sem tratamento biológico prévio: anti-TNF (adalimumabe/infliximabe) + imunomodulador (AZA) é o padrão de 1ª linha com maior evidência; ustekinumabe ou vedolizumabe como alternativa
  • DC com perda de resposta ao anti-TNF → trocar para ustekinumabe ou vedolizumabe
  • CU moderada-grave: mesalazina falhou → anti-TNF OU vedolizumabe (VARSITY trial: vedolizumabe superior ao adalimumabe em CU) OU ustekinumabe OU tofacitinibe (JAK inhibitor)
  • Critérios de seleção entre biológicos: historia de neoplasia → vedolizumabe preferido; comorbidades imunes (infecções recorrentes) → vedolizumabe; DC com manifestações extra-intestinais (artrite, psoríase) → ustekinumabe ou anti-TNF; resposta rápida necessária → anti-TNF; custo/disponibilidade; preferência do paciente (IV vs SC)

Perguntas frequentes sobre doença inflamatória intestinal

Aviso Editorial

Este artigo tem caráter exclusivamente informativo e educacional, produzido pela equipe editorial da Peptídeos Bio com base em evidências científicas disponíveis até a data de publicação. Não constitui conselho médico, diagnóstico ou prescrição terapêutica. Peptídeos de pesquisa não possuem aprovação regulatória da ANVISA para uso clínico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado antes de iniciar qualquer protocolo. Leia o aviso médico completo.

Perguntas Frequentes

Doença de Crohn e colite ulcerativa têm cura? Qual o tratamento de longo prazo?+

Atualmente, não existe cura farmacológica para Crohn ou colite ulcerativa — são doenças crônicas com curso recidivante-remitente. A cirurgia pode ser curativa apenas para a colite ulcerativa (colectomia total com ileostomia ou bolsa ileal — curado do intestino grosso) mas não para o Crohn (ressecção do segmento doente não cura porque a doença pode surgir em outros segmentos). Tratamento de longo prazo: o objetivo moderno é a remissão profunda (deep remission): sintomas ausentes + normalização da calprotectina fecal + cicatrização mucosa endoscópica (mucosal healing) — sabe-se que cicatrização mucosa correlaciona com menor taxa de cirurgia, internações e progressão da doença. Estratégia de step-up (escalar quando necessário) vs top-down (iniciar com biológicos em casos moderados-graves desde o início): tendência atual é antecipar biológicos em Crohn de mau prognóstico (fístulas, doença perianal, lesão esofágica/gastroduodenal, inflamação grave, biomarcadores elevados) — a janela de oportunidade é nos primeiros anos da doença. Manutenção indefinida: a maioria dos pacientes em remissão com biológico deve manter o tratamento indefinidamente (tentar suspensão leva a altas taxas de recidiva em 50%+ em 1 ano, especialmente em Crohn); se remissão profunda estável por vários anos, alguns pacientes em corticoide-dependente/biológico sem critérios de alto risco conseguem descontinuar — mas com monitoramento rigoroso. Qualidade de vida: com os tratamentos modernos, a grande maioria dos pacientes tem qualidade de vida normal; Crohn e CU não impedem carreira, família ou atividade física normais.

Biológicos para DII aumentam o risco de infecções e câncer?+

O risco depende da classe do biológico e das características do paciente. Anti-TNF (infliximabe/adalimumabe): aumentam o risco de infecções bacterianas graves (especialmente os primeiros 6 meses), reativação de tuberculose latente (rastrear com PPD/IGRA antes de iniciar — se positivo, tratar com isoniazida por 9 meses antes ou simultaneamente), reativação de hepatite B (rastrear HBsAg antes — se positivo, tratar com entecavir profilático), histoplasmose e outras fúngicas em áreas endêmicas; linfoma (risco muito pequeno — 2-3x vs população geral, mas baseline já aumentado pela inflamação crônica; risco de linfoma de células T hepatoesplênico extremamente raro mas grave com combinação AZA+anti-TNF). Vedolizumabe (anti-α4β7): perfil de segurança excelente — a seletividade intestinal significa que a imunidade sistêmica é preservada; sem aumento significativo de infecções oportunistas sistêmicas (tuberculose, PML) em comparação ao placebo nos trials; taxa de infecções similar ao placebo. Ustekinumabe (anti-IL12/23): muito bom perfil de segurança também; sem aumento de tuberculose ou infecções oportunistas graves nos trials. JAK inhibitors (tofacitinibe): maior preocupação com herpes zóster, e dados de SEGURIDAD-ORAL (artrite reumatoide) geraram alerta de aumento de eventos cardiovasculares e neoplasia em > 50 anos com fatores de risco — FDA adicionou black box warning; mais cautela em pacientes de alto risco cardiovascular. Geral: antes de iniciar qualquer biológico, rastrear e tratar TB latente, hepatite B, varicela/herpes zóster (vacinar se susceptível ANTES de iniciar), e estar em dia com vacinas inativadas.

Referências Científicas

  1. Feagan BG, Rutgeerts P, Sands BE, et al. (GEMINI I — vedolizumab in ulcerative colitis induction and maintenance) Vedolizumab as Induction and Maintenance Therapy for Ulcerative Colitis (GEMINI I). N Engl J Med, 2013.
  2. Sands BE, Sandborn WJ, Panaccione R, et al. (UNIFI — ustekinumab induction and maintenance in ulcerative colitis) Ustekinumab as Induction and Maintenance Therapy for Ulcerative Colitis (UNIFI). N Engl J Med, 2019.
  3. Lichtenstein GR, Loftus EV, Isaacs KL, et al. (ACG clinical guideline Crohn's disease management 2018) ACG Clinical Guideline: Management of Crohn's Disease in Adults. Am J Gastroenterol, 2018.
  4. Rubin DT, Ananthakrishnan AN, Siegel CA, et al. (ACG clinical guideline ulcerative colitis 2019) ACG Clinical Guideline: Ulcerative Colitis in Adults. Am J Gastroenterol, 2019.
  5. Danese S, Fiorino G, Peyrin-Biroulet L. (Positioning of vedolizumab in IBD — review) Positioning Vedolizumab Among Biologic Therapies for Inflammatory Bowel Disease. Curr Med Res Opin, 2016.

Ver Metodologia Editorial para critérios de seleção e classificação das evidências. Ver Política Editorial para padrões de qualidade.

#mesalazina#vedolizumabe#ustekinumabe#5-ASA#doença inflamatória intestinal#Crohn#colite ulcerativa#integrina α4β7#IL-12#IL-23
Visão geral do tema
Hub: Imunidade e Inflamação
Veja o panorama completo do tema, com peptídeos, guias e comparativos reunidos.
Explorar o hub →

Avalie este conteúdo

Seja o primeiro a avaliar

Comentários

Faça login para deixar um comentário.

Ainda não há comentários. Seja o primeiro.

Pronto para começar?

Explore nosso catálogo de peptídeos com qualidade farmacêutica e COA.

Ver Catálogo →