Apelina: Descoberta, Estrutura e Isoformas
undefined
Efeitos Cardiovasculares da Apelina
undefined
Apelina no Metabolismo, Cérebro e Outras Funções
undefined
Análogos de Apelina em Desenvolvimento Clínico
undefined
Apelina é um neuropeptídeo/adipocina descoberto em 1998 como ligante endógeno do receptor órfão APJ (APLNR). Existe em múltiplas isoformas ativas (apelina-36, -17, -13, piro-apelina-13). É produzida pelo coração, pulmão, cérebro, placenta e tecido adiposo. Exerce potente efeito inotrópico positivo sem aumento do consumo de oxigênio miocárdico — perfil hemodinâmico único. Paradoxalmente, apelina cai em insuficiência cardíaca grave. Apelina-13 e análogos sintéticos estão em ensaios clínicos para IC e hipertensão arterial pulmonar (HAP).
undefined
undefined
undefined
undefined
Este artigo tem caráter exclusivamente informativo e educacional, produzido pela equipe editorial da Peptídeos Bio com base em evidências científicas disponíveis até a data de publicação. Não constitui conselho médico, diagnóstico ou prescrição terapêutica. Peptídeos de pesquisa não possuem aprovação regulatória da ANVISA para uso clínico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado antes de iniciar qualquer protocolo. Leia o aviso médico completo.
Ver Metodologia Editorial para critérios de seleção e classificação das evidências. Ver Política Editorial para padrões de qualidade.
Explore nosso catálogo de peptídeos com qualidade farmacêutica e COA.
Ver Catálogo →