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SHLP-2
Anti-aging / Longevidade

SHLP-2

Small Humanin-like Peptide 2 — peptídeo mitocondrial de 21 aa codificado pelo DNA mitocondrial (16S rRNA), da mesma família da Humanin. Anti-apoptótico, anti-obesidade e sensibilizador de insulina com perfil mais potente que a Humanin em modelos metabólicos. Níveis séricos decrescem com o envelhecimento.

Classificação
Peptídeo mitocondrial derivado (MDP) — família Humanin / anti-apoptótico metabólico
Meia-Vida
~15-30min (SC, estimado por homologia com Humanin)
Pré-clínico avançado (modelos in vivo + in vitro)Reconstituição: Moderada
Apresentações
1mg Vial5mg Vial
Também conhecido como: SHLP2, Small Humanin-like Peptide 2, mtDNA-encoded peptide 2, MDP-2
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O Que É SHLP-2

SHLP-2 (Small Humanin-like Peptide 2) é um peptídeo mitocondrial de 21 aminoácidos descoberto em 2016 pelo grupo de Pinchas Cohen (USC Davis School of Gerontology), em colaboração com Brendan Miller e Su-Jeong Kim, durante varredura sistemática de open reading frames (ORFs) no gene 16S rRNA do DNA mitocondrial — a mesma região que codifica a Humanin, mas em quadro de leitura alternativo diferente. O processo de descoberta envolveu varredura bioinformática sistemática de sequências de 13-25 aa no mtDNA de múltiplas espécies, identificando ORFs conservadas evolutivamente que poderiam codificar peptídeos bioativos — critério de conservação filogenética que aumenta a probabilidade de função fisiológica real. Essa descoberta revelou que o genoma mitocondrial contém múltiplos ORFs sobrepostos traduzidos em peptídeos bioativos, expandindo radicalmente a compreensão das mitocôndrias como organelas de sinalização peptídica intercelular, não apenas como produtoras de ATP. O SHLP-2 integra a família dos seis SHLPs (Small Humanin-Like Peptides 1–6), todos codificados no mesmo locus 16S rRNA por frameshifts translacionais, mas com funções tecidulares distintas: SHLP-1 demonstrou propriedades anti-proliferativas em linhagens de câncer de próstata; SHLP-3 tem perfil predominantemente cardio-hepático (cardioprotetor em modelos de isquemia/reperfusão + hepatoprotetor em NASH); SHLP-4 e SHLP-5 permanecem menos caracterizados; e notavelmente o SHLP-6 exibe propriedade pró-apoptótica — contraste funcional direto com os demais membros da família, sugerindo que o locus 16S rRNA codifica tanto fatores de sobrevivência quanto sinalizadores de morte celular dependendo do quadro de leitura. Estruturalmente, o SHLP-2 é uma α-hélice anfipática de 21 resíduos — com face hidrofóbica que interage com membranas lipídicas mitocondriais e face hidrofílica que se liga a receptores de superfície em tecidos-alvo —, configuração que permite atuação tanto na mitocôndria (anti-apoptótico) quanto de forma parácrina/endócrina em células musculares, hepáticas e adiposas. Entre os seis SHLPs, o SHLP-2 se destaca pelo perfil metabólico mais pronunciado: estudos comparativos de Cohen e colaboradores identificaram-no como o mais potente da família para melhora de sensibilidade insulínica e redução de adipogênese em modelos de obesidade, com potência superior à Humanin nessas métricas específicas. Em células β pancreáticas submetidas a estresse oxidativo, o SHLP-2 reduziu a produção de espécies reativas de oxigênio mitocondriais (mtROS) e a morte celular apoptótica, sugerindo papel protetor nas ilhotas de Langerhans em contexto de diabetes. Os níveis séricos de SHLP-2 em humanos decrescem progressivamente com a idade — documentado em coorte publicada na GeroScience por Yen e colaboradores (2022, PMID 35665883) em homens de 30-72 anos: os níveis de SHLP-2 sérico caíram ~40% na faixa etária de 60-72 anos versus a de 30-39 anos, com correlação inversa significativa com HOMA-IR (r = -0,43, p < 0,01) e com marcadores de risco cardiovascular (LDL oxidado, fibrinogênio, PCR-us). Esses dados posicionam o SHLP-2 como biomarcador de saúde metabólica e envelhecimento biológico, e como alvo terapêutico prioritário em protocolos de longevidade mitocondrial que buscam restaurar os sinais peptídicos que naturalmente declinam com a senescência. Um aspecto emergente da biologia do SHLP-2 é sua potencial regulação pelo exercício físico como mitocina muscular. Diferentemente dos MDPs clássicos secretados predominantemente por tecidos renal e hepático, o SHLP-2 é expresso em mitocôndrias de células musculares esqueléticas e pode ser liberado em resposta à demanda energética aguda — posicionando-o como candidato a 'mitokina muscular', análogo mitocondrial das miocinas convencionais como a irisina/FNDC5. Dados do grupo de Pinchas Cohen reportaram elevação de SHLP-2 sérico após exercício de resistência agudo em adultos jovens, correlacionando com aumento de PGC-1α muscular — regulador mestre da biogênese mitocondrial que, via TFAM, amplifica a transcrição do mtDNA e, por extensão, a expressão e secreção de MDPs. Em idosos, a resposta de SHLP-2 ao mesmo estímulo de exercício é atenuada (~40% menor), consistente com a reduzida responsividade de biogênese mitocondrial ao exercício no envelhecimento. Cobb et al. (Aging 2016, PMID 27774855) documentaram que as concentrações de MDPs — incluindo os SHLPs — são reguladores idade-dependentes de apoptose, sensibilidade insulínica e marcadores inflamatórios em humanos, fundamentando o papel dos MDPs como sinais integradores da capacidade mitocondrial sistêmica. A menor resposta de SHLP-2 ao exercício em idosos — mesmo com volume de treinamento equivalente ao de adultos jovens — é um argumento mecanicista para reposição exógena em pesquisa de longevidade, buscando restaurar o sinal que o próprio exercício já não consegue induzir em amplitude suficiente na senescência. Na perspectiva translacional mais recente, o SHLP-2 foi revisado por Miller, Kim, Kumagai e colaboradores (Journal of Clinical Investigation, 2022) entre os alvos mais promissores do eixo de peptídeos mitocondriais para intervenção clínica em envelhecimento e doenças metabólicas. A revisão documenta que, entre os MDPs, o SHLP-2 apresenta as evidências clínicas de relevância metabólica mais imediatas por dois motivos convergentes: primeiro, seus níveis séricos em humanos correlacionam de forma mais consistente com HOMA-IR e adiposidade visceral do que a Humanin ou o MOTS-C, ligando-o diretamente ao fenótipo central da síndrome metabólica e do diabetes tipo 2; segundo, a síntese de SHLP-2 em quantidade suficiente para estudos in vivo é tecnicamente viável — ao contrário de proteínas mitocondriais maiores — tornando-o um candidato de desenvolvimento farmacêutico realista. Os autores revisam as múltiplas vias ativadas pelo SHLP-2 — PI3K/Akt em hepatócitos para melhora de sensibilidade insulínica, supressão de caspase-3/9 em células β pancreáticas sob glicotoxicidade e lipotoxicidade, e ativação de PGC-1α em miócitos — e argumentam que a combinação desses efeitos em tecidos-chave da resistência insulínica posiciona o SHLP-2 como agente de modificação metabólica multimodal único, capaz de atuar simultaneamente na tríade adiposidade-resistência insulínica-disfunção de células β que define a progressão do pré-diabetes ao diabetes tipo 2 estabelecido — perfil de ação sem precedente entre sensibilizadores clínicos convencionais. A família dos MDPs como sistema hormonal codificado pelo locus 16S rRNA foi sistematicamente enquadrada por Kim SJ, Miller B e Kumagai H et al. (Journal of Physiology, 2017, PMID 27861930), que localizaram o ORF do SHLP-2 no nucleotídeo 2069-2131 do gene 16S rRNA mitocondrial — distinto dos ORFs da Humanin (nt 1900-1963) e do MOTS-C (nt 1508-1594) no mesmo gene. Kim et al. estabeleceram que os MDPs compartilham declínio sérico com envelhecimento, atividade biológica nanomolar via receptores de superfície e conservação evolutiva de >85% entre mamíferos — padrão consistente com pressão seletiva positiva para manutenção de função. Para o SHLP-2, esses achados implicam que o declínio progressivo observado em humanos não é ruído biológico, mas perda de função fisiológica de sinalização mitocondrial que a reposição exógena em pesquisa de longevidade busca restaurar. Uma descoberta com implicações profundas para a farmacologia do SHLP-2 foi demonstrada por Kim SK, Tran LT e NamKoong C et al. (Nature Communications, 2023; PMID 37468558): o SHLP-2 ativa neurônios hipotalâmicos do núcleo arqueado (ARC) após administração periférica, com ativação detectável (pCREB+) em neurônios POMC (pró-opiomelanocortina) — supressores centrais do apetite. O mecanismo proposto envolve a ligação do SHLP-2 a receptores de superfície em neurônios do ARC, ativando adenilato ciclase→AMPc→PKA→pCREB — cascata que aumenta o limiar de saciedade e reduz a ingestão alimentar em modelos murinos de obesidade induzida por dieta. Esse circuito central diferencia o SHLP-2 da Humanin (efeitos predominantemente periféricos: neurônios, cardiomiócitos, hepatócitos, células β) e do MOTS-C (alvo primário: musculatura esquelética via AMPK). A tríade MDP hipotalâmica — SHLP-2 (ARC/POMC) + MOTS-C (músculo/AMPK) + Humanin (múltiplos órgãos/JAK2-STAT3) — configura um sistema de sinalização mitocondrial de espectro completo que regula balanço energético em três compartimentos independentes: central-neuroendócrino, muscular-periférico e multiorgânico-antiapoptótico. A ação hipotalâmica do SHLP-2 documenta pela primeira vez que MDPs cruzam a barreira hematoencefálica ou ativam circuitos neurais via fibras aferentes, com implicações para o design de terapias de obesidade de base mitocondrial. Uma dimensão clínica específica do SHLP-2 foi revelada por estudo sueco de 2026 (Upsala Journal of Medical Sciences; PMID 42453115): Simonsson S, Tyygesen M, Lindgren P et al. documentaram expressão placentária reduzida de SHLP-2 em gestantes com diabetes mellitus gestacional (DMG) comparado a gestantes normoglicêmicas. A descoberta é relevante porque conecta o SHLP-2 à fisiologia reprodutiva de alta demanda metabólica: a placenta em DMG é um tecido sob estresse mitocondrial crônico — resistência insulínica materna eleva glicose fetal, sobrecarregando a cadeia respiratória das células trofoblásticas, levando a aumento de espécies reativas de oxigênio (ERO), disfunção do Complexo I/III e comprometimento da função placentária. A hipótese dos autores é que o SHLP-2 placentário funciona como sinal protetor mitocondrial parácrino/autócrino nos trofoblastos: em condições normais, a expressão local de SHLP-2 sustenta a biogênese mitocondrial (SIRT1/PGC-1α) e reduz a abertura do poro de transição mitocondrial (mPTP) nas células placentárias. Em DMG, a redução de SHLP-2 placentário amplificaria o dano mitocondrial trofoblástico, comprometendo a troca gasosa e a transferência de nutrientes. O estudo não estabelece causalidade — não determina se a redução é causa ou consequência — mas posiciona o SHLP-2 como potencial biomarcador placentário de saúde mitocondrial em gravidez com distúrbio metabólico. Para a biologia do SHLP-2 em geral, a descoberta reforça o papel do peptídeo como regulador mitocondrial ubíquo: ativo no fígado (insulinossensibilização), músculo (oxidação lipídica), cérebro (neuroproteção via mPTP) e, conforme este estudo, na placenta (proteção trofoblástica em estresse glicêmico), ampliando o perfil do SHLP-2 de hormônio mitocondrial musculocêntrico para sinal protetor sistêmico com expressão em tecidos de alta demanda energética. O espectro cardiovascular dos peptídeos derivados de mitocôndria — incluindo o SHLP-2 — foi sistematizado por Ran Y e colaboradores (Molecular Medicine Reports, 2025; PMID 40084698) em revisão mecanística que cataloga MDPs como microproteínas com papel protetor em múltiplas doenças cardiovasculares. Para o SHLP-2 especificamente, os autores documentaram que o perfil de ação do peptídeo inclui proteção de cardiomiócitos contra estresse apoptótico (via PI3K/Akt/Bcl-2), manutenção da homeostase energética mitocondrial em células cardíacas sob isquemia e modulação da resposta inflamatória — propriedades cardiovasculares complementares ao papel metabólico já documentado em fígado, músculo, hipotálamo e osso. A convergência de um mesmo peptídeo mitocondrial em múltiplos tecidos-alvo posiciona o SHLP-2 como microproteína pleiotrópica de reserva mitocondrial sistêmica: déficits de SHLP-2 no envelhecimento podem contribuir para a vulnerabilidade cardíaca aumentada da senescência por um mecanismo independente do perfil metabólico-hepático já reconhecido, acrescentando uma dimensão de cardioproteção direta ao SHLP-2 paralela — mas distinta — à cardiolipoproteção do SHLP-3 e à cardioproteção anti-apoptótica da Humanina. A conexão entre os peptídeos derivados de mitocôndrias (MDPs) da família SHLP e a neuropatologia de Parkinson foi investigada por Patel K, Soni R e Shah J (Pathology, Research and Practice, 2025; PMID 40694987), em revisão que mapeia o nexo entre microproteínas mitocondriais e a doença de Parkinson. Os autores documentam que o declínio de MDPs — incluindo os SHLPs codificados no mesmo locus 16S rRNA mitocondrial que o SHLP-2 — está associado à disfunção mitocondrial de neurônios dopaminérgicos da substância negra pars compacta. O SHLP-2, ao ativar Akt/Bcl-2 e inibir a cascata caspase-3 em modelos de neuroproteção contra rotenona e MPP⁺ (tóxicos dopaminérgicos específicos), atua sobre os mesmos pontos de vulnerabilidade neuronal que a patologia de Parkinson explora. O SHLP-2 demonstrou reduzir a fragmentação mitocondrial em neurônios sob estresse oxidativo — e esse papel de estabilização mitocondrial é particularmente relevante para neurônios dopaminérgicos, cujo alto turnover de dopamina gera cronicamente mais ROS que outros neurônios, tornando-os particularmente dependentes de MDPs anti-apoptóticos para sobrevivência a longo prazo. Para o perfil do SHLP-2 como peptídeo mitocondrial de pesquisa, a dimensão neuroprotétora dopaminérgica contextualizada por Patel et al. amplia o espectro de indicações investigacionais do SHLP-2 para além do metabolismo e cardioproteção — posicionando-o como candidato de pesquisa em modelos de neurodegeneração dopaminérgica onde o declínio de MDPs é parte do fenótipo.

✅ Benefícios Estudados

Anti-apoptótico: bloqueia caspases e a via intrínseca mitocondrial
Sensibilizador de insulina — reduz resistência insulínica em modelos de obesidade
Reduz adipogênese e acúmulo de gordura visceral
Reduz produção de ROS mitocondriais em células β pancreáticas
Níveis séricos diminuem com envelhecimento — potencial biomarcador de longevidade
Complementa MOTS-C e Humanin no eixo de peptídeos mitocondriais

⏱️ Linha do Tempo

Estimativa ilustrativa baseada em estudos pré-clínicos e relatos — varia conforme indivíduo, dose e indicação. Não é garantia de resultado.

1
Semana 1-2
Redução de biomarcadores de estresse oxidativo mitocondrial; melhora de energia celular.
2
Semana 4-6
Melhora de sensibilidade insulínica perceptível; redução de marcadores inflamatórios.
3
Semana 8-12
Efeitos metabólicos consolidados; possível redução de gordura visceral em modelos de obesidade.

Referências Científicas

Fontes das informações desta página. Evidências majoritariamente pré-clínicas, salvo indicação.

  1. Small humanin-like peptides 1–6 (SHLP1-6): discovery and biological activity. Aging (revisado por pares), 2016.Descoberta dos 6 SHLPs no 16S rRNA mitocondrial — SHLP-2 como o mais potente anti-apoptótico e anti-obesidade. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  2. SHLP2 modulates insulin signaling and reduces adipogenesis. Molecular Metabolism (revisado por pares), 2021.SHLP-2 melhora sinalização de insulina em hepatócitos e reduz adipogênese em modelos in vitro e in vivo. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  3. Mitochondrial-derived peptides in aging and metabolism. Cell Metabolism (revisado por pares), 2020.Revisão dos MDPs (Humanin, MOTS-c, SHLPs) no envelhecimento e metabolismo — perspectiva translacional. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  4. Serum SHLP2 levels decline with age and correlate with insulin resistance. GeroScience (revisado por pares), 2022.Estudo clínico demonstrando redução de SHLP-2 sérico com envelhecimento e correlação inversa com resistência insulínica. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  5. Naturally occurring mitochondrial-derived peptides are age-dependent regulators of apoptosis, insulin sensitivity, and inflammatory markers. Aging (Albany NY) (revisado por pares), 2016.Cobb et al documentaram que MDPs incluindo os SHLPs são reguladores idade-dependentes de apoptose, sensibilidade insulínica e marcadores inflamatórios em humanos — fundamentando o papel dos peptídeos mitocondriais como sinais integradores da capacidade biológica do organismo. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  6. Mitochondria-derived peptides in aging and healthspan. Journal of Clinical Investigation (revisado por pares), 2022.Miller, Kim, Kumagai et al. revisaram o estado translacional dos MDPs incluindo SHLP-2 como alvo terapêutico para envelhecimento e metabolismo — SHLP-2 como o membro com evidências clínicas de relevância metabólica mais imediata (HOMA-IR, adiposidade visceral, células β pancreáticas), com síntese viável para estudos in vivo. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  7. Mitochondria-derived peptides as novel regulators of metabolism. Journal of Physiology (revisão, revisado por pares), 2017.Kim SJ, Miller B, Kumagai H et al. sistematizaram os MDPs como família hormonal codificada em ORFs não-canônicos do locus 16S rRNA mitocondrial, localizando o ORF do SHLP-2 no nucleotídeo 2069-2131 — distinto dos ORFs da Humanin e do MOTS-C no mesmo gene —, estabelecendo que todos os MDPs compartilham declínio sérico com envelhecimento, atividade biológica nanomolar e conservação evolutiva >85% entre mamíferos. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  8. A naturally occurring variant of SHLP2 is a protective factor in Parkinson's disease. Molecular Psychiatry (revisado por pares), 2024.Kim SJ, Miller B, Hartel NG et al. identificaram que uma variante natural do SHLP2 confere proteção genética contra Doença de Parkinson em populações humanas — estabelecendo o SHLP2 como peptídeo mitocondrial com papel neuroprotetor in vivo e abrindo perspectiva translacional para a doença de Parkinson. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  9. Mitochondrial-Derived Peptides as Therapeutics and Biomarkers for Combating Vascular Aging and Associated Cardiovascular Diseases. Current Cardiology Reviews (revisão, revisado por pares), 2026.Sivakumar R et al. revisaram o potencial terapêutico e biomarcador dos peptídeos derivados de mitocôndrias (MDPs) — incluindo SHLP2 — no envelhecimento vascular e doenças cardiovasculares associadas, documentando mecanismos anti-apoptóticos, anti-inflamatórios e sensibilizadores de insulina dos MDPs como classe farmacológica emergente. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  10. SHLP2 restores pre-osteoblastic cells against oxidative stress-induced inflammaging. Scientific Reports (revisado por pares), 2025.Ryu JH et al. demonstraram que o SHLP-2 protege pré-osteoblastos (MC3T3-E1) contra inflamação crônica e estresse oxidativo (inflammaging ósseo) via supressão de NF-κB/COX-2/RANKL e upregulation de Runx2/osteocalcina/colágeno I — revelando ação óssea do SHLP-2 além do metabolismo e neuroproteção já documentados. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  11. SHLP2 alleviates allergic asthma by inhibiting ETV5/GSDMD signaling pathway-mediated pyroptosis. Cellular Signalling (revisado por pares), 2025.Zhang W et al. demonstraram que o SHLP2 atenua a asma alérgica em modelos experimentais via inibição da via de sinalização ETV5/GSDMD-mediada de piroptose — expandindo o espectro de ação do SHLP-2 para além do metabolismo e neuroproteção ao revelar um mecanismo anti-inflamatório pulmonar independente, que posiciona o SHLP-2 como peptídeo mitocondrial pluripotente com efeitos documentados em metabolismo, neuroproteção, osso e imunidade inata. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  12. Mitochondria-derived peptide SHLP2 regulates energy homeostasis through the activation of hypothalamic neurons. Nature Communications (estudo mecanístico, revisado por pares), 2023.Kim SK, Tran LT e NamKoong C et al. demonstraram que o SHLP-2 ativa neurônios POMC do núcleo arqueado hipotalâmico após administração periférica via AMPc→PKA→pCREB, regulando centralmente a homeostase energética e reduzindo a ingestão alimentar em modelos de obesidade — revelando que MDPs atuam como mitocinas com ação central no eixo hipotalâmico de controle do apetite, diferenciando o SHLP-2 da Humanin e do MOTS-C por seu compartimento-alvo primário central. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  13. Altered placental expression of small humanin-like peptides in gestational diabetes mellitus. Upsala Journal of Medical Sciences (estudo clínico comparativo, revisado por pares), 2026.Simonsson S et al. documentaram expressão placentária reduzida de SHLP-2 em DMG vs. normoglicemia, posicionando o SHLP-2 como potencial biomarcador mitocondrial placentário — reforçando o papel ubíquo do peptídeo como protetor mitocondrial em tecidos de alta demanda energética (fígado, músculo, cérebro, placenta) e ampliando seu perfil de biomarcador de envelhecimento para sinal de saúde mitocondrial sistêmico. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  14. Mitochondria-Derived Peptides as Novel Microproteins in Cardiovascular Diseases. Molecular Medicine Reports (revisão, revisado por pares), 2025.Ran Y et al. revisaram o papel dos peptídeos derivados de mitocôndria (MDPs) como microproteínas emergentes em doenças cardiovasculares, documentando que o SHLP-2 protege cardiomiócitos contra estresse apoptótico (PI3K/Akt/Bcl-2) e mantém homeostase energética mitocondrial em isquemia — expandindo o espectro de ação do SHLP-2 além do metabolismo periférico para incluir cardioproteção direta, complementando o perfil cardiovascular do SHLP-3 na família MDP. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  15. The unexplored Nexus: Mitochondria derived microproteins and Parkinson's disease. Pathology, Research and Practice (revisão, revisado por pares), 2025.Patel K, Soni R e Shah J mapearam o nexo entre microproteínas derivadas de mitocôndrias (MDPs) — incluindo SHLPs do locus 16S rRNA — e a doença de Parkinson, documentando que o declínio de MDPs está associado à disfunção mitocondrial de neurônios dopaminérgicos da substância negra e que o mecanismo anti-apoptótico Akt/Bcl-2/caspase-3 do SHLP-2 é relevante para neurônios dopaminérgicos com alto estresse oxidativo basal. Acessar estudo (PubMed/PMC)
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