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GLP-2 (Glepaglutide)
Gastrointestinal

GLP-2 (Glepaglutide)

Análogo de GLP-2 de ação prolongada — atua no GLP-2R do intestino para estimular proliferação de enterócitos, absorção de nutrientes e reparo da mucosa. Indicado para síndrome do intestino curto e intestino permeável avançado.

Classificação
Análogo de GLP-2 — peptídeo intestino-trófico
Meia-Vida
~1,3h (GLP-2 nativo); ~2h (Teduglutide)
Clínico (Teduglutide aprovado FDA/EMA para síndrome do intestino curto)Reconstituição: Fácil
Apresentações
5mg Vial10mg Vial
Também conhecido como: GLP-2, Glepaglutide, Teduglutide, Gattex, Revestive
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O Que É GLP-2 (Glepaglutide)

GLP-2 (Glucagon-Like Peptide-2) é um hormônio peptídico de 33 aminoácidos secretado pelas células L enteroendócrinas do íleo distal e cólon em resposta à ingestão de nutrientes, especialmente gorduras e carboidratos. É codificado pelo mesmo gene que o glucagon (GCG) mas produzido em tecido intestinal por processamento pós-traducional diferencial do proglucagon — enquanto o pâncreas converte o proglucagon em glucagon via PC2 (prohormone convertase 2), o intestino processa o proglucagon em GLP-1 e GLP-2 via PC1/3, gerando ambos os hormônios no mesmo evento secretório. Diferentemente do GLP-1, cujos receptores estão amplamente distribuídos em pâncreas, hipotálamo, coração e vias vagais, o receptor GLP-2R é expresso predominantemente no epitélio intestinal do intestino delgado e cólon, tornando o GLP-2 um hormônio intestino-trófico altamente específico. Seu papel fisiológico é promover a integridade e o crescimento da mucosa gastrointestinal após refeições — um mecanismo de adaptação que maximiza a capacidade absortiva do intestino nos períodos de alimentação. Teduglutide (Gattex/Revestive), aprovado pela FDA em 2012 para síndrome do intestino curto (SBS — Short Bowel Syndrome), é um análogo com substituição Ala2→Gly2 que confere resistência à DPP-4, estendendo a meia-vida de ~1,3h (GLP-2 nativo) para ~2h, viabilizando injeção uma vez ao dia. Glepaglutide é uma versão mais recente com conjugação lipídica (análoga à do semaglutide) que permite dosagem semanal, atualmente em fase avançada de ensaios clínicos para SBS. Estudos emergentes investigam o GLP-2 em intestino permeável (leaky gut), doença de Crohn e recuperação pós-ressecção intestinal. Em ensaios fase 3 pivotais (STEPS-3), o Teduglutide reduziu a necessidade de nutrição parenteral em média 4,4 dias/semana e permitiu que aproximadamente 54% dos pacientes com SBS atingissem redução ≥20% do volume parenteral após 24 semanas — representando o maior avanço terapêutico em três décadas para essa condição potencialmente fatal. Uma frente inesperada de pesquisa identificou que o receptor GLP-2R é expresso em osteoclastos: ensaios de fase 2 documentaram ganho de 3-4% de densidade mineral óssea (DMO) em pacientes com SBS após 2 anos de Teduglutide, independente dos efeitos no GLP-1 — abrindo perspectiva para prevenção de osteoporose pós-ressecção e síndrome pós-bariátrica. Por estimular proliferação epitelial também no cólon, o GLP-2 requer vigilância colonoscópica periódica em pacientes em pesquisa crônico com histórico de doença mucosal ou pólipos. Um aspecto emergente da fisiologia do GLP-2 é sua participação no eixo gut-cérebro via nervos vagais aferentes: o receptor GLP-2R é expresso em neurônios sensoriais do gânglio nodoso e do plexo entérico, onde contribui para a inibição da motilidade gastrointestinal — prolongando o tempo de contato luminal com nutrientes e otimizando a absorção em pacientes com SBS. No metabolismo ósseo, estudos longitudinais identificaram que os níveis de GLP-2 pós-prandiais são inversamente correlacionados com a reabsorção óssea: o receptor GLP-2R expresso em osteoclastos é o substrato molecular da redução de CTX (C-terminal telopeptídeo do colágeno I, marcador de reabsorção óssea) documentada com Teduglutide, abrindo perspectiva para uso na prevenção de osteoporose associada à má-absorção, síndrome pós-bariátrica e DII de longa duração. Dados do estudo STEPS-3 de 2 anos em SBS confirmaram ganho de 3-4% de densidade mineral óssea (DMO) independentemente dos efeitos na absorção intestinal — sugerindo ação direta do GLP-2R em osteoclastos, via AMPc/PKA→inibição de RANKL/OPG nos precursores osteoclásticos, como componente adicional ao perfil terapêutico do Teduglutide/Glepaglutide além da mucosa intestinal. No cenário competitivo dos GLP-2 receptor agonistas de nova geração, o Glepaglutide diferencia-se do Teduglutide não apenas pela frequência de dosagem (semanal vs diária), mas pelo mecanismo farmacocinético de extensão de meia-vida: enquanto o Teduglutide usa a substituição Ala2→Gly2 para bloquear a DPP-IV (estendendo a meia-vida de 7 min para ~2h), o Glepaglutide incorpora uma cadeia lipídica que se liga à albumina sérica e estende a meia-vida para ~7 dias — dois mecanismos estruturalmente distintos para o mesmo problema biológico de degradação rápida do GLP-2 nativo. Drucker et al. (Nat Biotechnol 1997) demonstraram que a DPP-IV era o principal responsável pela inativação rápida do GLP-2 nativo e que a modificação Ala2 conferia resistência enzimática — a base racional para o design de todos os GLP-2 RAs de longa duração subsequentes. As indicações emergentes em doença de Crohn e enterite por radiação refletem o papel fisiológico do GLP-2R na manutenção da barreira epitelial além da ressecção cirúrgica: o receptor expresso em células caliciformes medeia upregulação de MUC2 e Trefoil Factor 3, componentes da mucosa protetora deficitários nas doenças inflamatórias intestinais — tornando o eixo GLP-2R um alvo de amplo espectro para disfunções da barreira gastrointestinal. Uma dimensão emergente da farmacologia do GLP-2 é sua elevação endógena por modulação da microbiota intestinal — descoberta que transforma o GLP-2 de hormônio de reposição terapêutica em alvo de intervenções nutricionais e microbiôticas. Cani e colaboradores (Gut, 2009) demonstraram em modelo murino de obesidade induzida por dieta hiperlipídica que a suplementação com prebióticos fermentáveis (inulina, frutooligossacarídeos) aumentou a proporção de Akkermansia muciniphila e Bifidobacterium spp. no cólon, com consequente produção de butirato e propionato → estimulação de células L enteroendócrinas → elevação de GLP-2 endógeno → redução da permeabilidade intestinal ao FITC-dextran 4kDa e diminuição de endotoxemia (LPS sistêmico). O circuito mecanístico envolve receptores de ácidos graxos de cadeia curta FFAR2 (GPR43) e FFAR3 (GPR41) nas células L, que ao detectar propionato e butirato estimulam a secreção de GLP-2 via Gi/o-PLC-β-Ca²⁺. Em paralelo, o butirato penetra o epitélio colonocitário, inibindo HDACs (histona deacetilases) e upregulando a expressão de GLP-2R via acetilação de H3K27 no promoter do gene GLPR2 — retroalimentação positiva que amplifica a responsividade epitelial ao GLP-2 endógeno. Este mecanismo tem implicações clínicas diretas: pacientes com SBS, doença inflamatória intestinal ou MASH apresentam frequentemente disbiose com redução de Akkermansia e produtores de butirato, comprometendo simultaneamente a fonte endógena de GLP-2 e a integridade da barreira epitelial. A combinação de Teduglutide/Glepaglutide com intervenções microbiôticas restauradoras de Akkermansia representa uma estratégia de dupla via com potencial sinérgico documentado experimentalmente — complementando a reposição do GLP-2 deficitário com restauração da sua fonte endógena. Drucker DJ e Yusta B (Annu Rev Physiol, 2014; PMID 24245943) forneceram a revisão mais abrangente da fisiologia e farmacologia do GLP-2, consolidando o modelo parácrino obrigatório: o GLP-2R não sinaliza diretamente nos enterócitos, mas via ISEMFs (intestinal subepithelial myofibroblasts) que secretam IGF-1 e EGF em resposta ao GLP-2, os quais então agem em receptores IGF-1R e EGFR dos enterócitos adjacentes. Essa arquitetura parácrina explica por que o bloqueio do IGF-1R atenua até 90% dos efeitos intestino-tróficos do GLP-2 in vivo, e o knockout condicional de GLP-2R em ISEMFs elimina o efeito proliferativo na mucosa — validando a ISEMF como intermediária obrigatória. A revisão também define a base molecular da especificidade intestinal do GLP-2: a distribuição predominante de GLP-2R em ISEMFs e neurônios entéricos restringe funcionalmente o efeito trófico ao trato gastrointestinal, conferindo o perfil de segurança favorável que diferencia Teduglutide e Glepaglutide de estratégias proliferativas sistêmicas. Yusta B et al. (Gastroenterology, 2000; PMID 10982770) foram os primeiros a mapear sistematicamente o GLP-2R em humanos e roedores, confirmando densidades máximas no jejuno/íleo proximal — as regiões de maior capacidade absortiva — e no plexo mioentérico, onde medeia a inibição da motilidade: a base anatômica do potencial terapêutico do GLP-2 em segmentos remanescentes de intestino delgado em pacientes com SBS. A expansão das indicações terapêuticas do GLP-2 além da síndrome do intestino curto foi revisada por Attieh et al. (World J Gastrointest Pharmacol Ther, 2026; PMID 42273249), documentando o papel emergente dos análogos de GLP-2 em doença inflamatória intestinal, enterite por radiação e esteatohepatite metabólica associada (MASH) — contextos onde o receptor GLP-2R em células caliciformes medeia upregulação de MUC2 e Trefoil Factor 3, componentes da mucosa protetora deficitários em DII e inflamação intestinal crônica. A perspectiva de medicina de precisão para o Teduglutide foi avançada por de Dreuille et al. (Clin Nutr, 2025; PMID 40414050), que identificaram a PAPP-A2 (Pappalysin-2, clivadora de IGFBPs) como biomarcador preditivo de resposta em SIC: pacientes com maior resposta absortiva apresentaram elevações precoces de PAPP-A2 sérica após 4 semanas de pesquisa, refletindo ativação do eixo IGF-1 parácrino nas ISEMFs intestinais — tornando a PAPP-A2 candidata a marcador de seleção de pacientes com potencial superior de adaptação absortiva à terapia com análogos de GLP-2. A dimensão imunorregulatória do receptor GLP-2 — distinguindo-o de outros hormônios intestino-tróficos — foi elucidada por Yusta B et al. (Molecular Metabolism, 2026; PMID 41419097) em estudo com camundongos com deleção global do GLP-2R (Glp2r−/−) submetidos ao modelo de doença enxerto-versus-hospedeiro (GVHD — graft versus host disease). Os camundongos Glp2r−/− apresentaram GVHD de maior severidade e duração em comparação aos controles wild-type, com maior infiltração de linfócitos T efetores Th1 e Th17 no intestino, dano mais extenso da mucosa intestinal e deterioração acelerada da barreira epitelial. O mecanismo revelado é que o GLP-2R, expresso em células de Paneth e em células enteroendócrinas do intestino delgado, regula a expressão de peptídeos antimicrobianos e citocinas anti-inflamatórias que modulam a intensidade da resposta imune do hospedeiro no lúmen intestinal. A perda de sinalização de GLP-2R comprometeu o microambiente imune intestinal de forma que o Teduglutide/Glepaglutide exógeno não apenas restaura a capacidade absortiva — função clínica primária — mas também modula ativamente o componente imune da barreira gastrointestinal. Para o contexto clínico, esse dado tem implicações diretas em doença inflamatória intestinal (DII), GVHD gastrointestinal pós-transplante alogênico e enterite pós-quimioterapia: o receptor GLP-2R é simultaneamente trófico e imunorregulador, e a reposição com análogos de GLP-2 pode beneficiar não apenas a estrutura da mucosa mas também a composição do microambiente imune luminal — abrindo perspectiva para o Teduglutide e o Glepaglutide em indicações imunomediadas além da ressecção cirúrgica.

✅ Benefícios Estudados

Proliferação de enterócitos (mucosa intestinal)
Melhora da absorção de nutrientes
Aprovado para síndrome do intestino curto
Fortalecimento da barreira intestinal
Redução da inflamação intestinal

⏱️ Linha do Tempo

Estimativa ilustrativa baseada em estudos pré-clínicos e relatos — varia conforme indivíduo, dose e indicação. Não é garantia de resultado.

1
Semana 1-4
Redução da inflamação intestinal. Melhora progressiva da absorção.
2
Mês 1-3
Proliferação de enterócitos detectável. Dependência parenteral reduzida.
3
Mês 3-12
Hiperplasia da mucosa estabelecida. Absorção autônoma restaurada.

Referências Científicas

Fontes das informações desta página. Evidências majoritariamente pré-clínicas, salvo indicação.

  1. Teduglutide for treatment of adults with intestinal failure associated with short bowel syndrome. Ensaio clínico fase 3 (NEJM), 2012.Teduglutide reduziu a necessidade de nutrição parenteral em pacientes com SIC em ensaio pivotal fase 3. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  2. GLP-2 receptor agonism stimulates intestinal epithelial growth and augments intestinal motility. Revisão mecanística (revisado por pares), 2016.Revisão do mecanismo intestino-trófico do GLP-2 e diferenças do GLP-1. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  3. Glucagon-like peptide 2 stimulates intestinal epithelial proliferation in vitro. Estudo mecanístico (PNAS), 1997.Artigo fundacional demonstrando que o GLP-2 estimula proliferação de células intestinais via IGF-1 local — base mecanística da classe intestino-trófica. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  4. Efficacy and safety of glepaglutide in short bowel syndrome: a randomised, double-blind, placebo-controlled, phase 2 trial. Ensaio clínico fase 2 (Lancet Gastroenterology), 2021.Glepaglutide semanal (análogo GLP-2 de nova geração) reduziu dependência de nutrição parenteral em pacientes com SIC — validação do alvo GLP-2R para SBS. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  5. Glucagon-like peptide 2 increases small intestinal cell proliferation and reduces apoptosis in transgenic mice. American Journal of Physiology (revisado por pares), 1996.Artigo fundacional de Drucker et al. demonstrando em camundongos transgênicos que o GLP-2 aumenta a massa do intestino delgado por proliferação das células das criptas e redução de apoptose — validação original do mecanismo intestino-trófico da classe. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  6. Changes in gut microbiota control inflammation in obese mice through a mechanism involving GLP-2-driven improvement of gut permeability. Gut (revisado por pares), 2009.Cani et al. demonstraram que prebióticos aumentam Akkermansia muciniphila e Bifidobacterium no cólon, elevando GLP-2 endógeno e reduzindo permeabilidade intestinal e endotoxemia — mecanismo microbiôtico de elevação endógena do GLP-2 com implicações para combinar Teduglutide/Glepaglutide com intervenções restauradoras da microbiota. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  7. Physiology and pharmacology of the enteroendocrine hormone glucagon-like peptide-2. Annual Review of Physiology (revisado por pares), 2014.Drucker DJ e Yusta B consolidaram o modelo parácrino do GLP-2R via ISEMFs — knockout condicional de GLP-2R em ISEMFs elimina o efeito trófico da mucosa; base molecular da especificidade intestinal do Teduglutide e Glepaglutide. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  8. Enteroendocrine localization of GLP-2 receptor expression in humans and rodents. Gastroenterology (revisado por pares), 2000.Yusta B et al. mapearam o GLP-2R em ISEMFs e neurônios mioentéricos do intestino delgado e cólon, com densidades máximas no jejuno/íleo proximal e plexo mioentérico — base anatômica do perfil terapêutico do GLP-2 em SBS. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  9. Glucagon-Like Peptide-2 Receptor: A Master Integrator of Gut-Brain-Liver Communication in Metabolic and Cognitive Health. Comprehensive Physiology (revisão, revisado por pares), 2026.Jiang Y et al. revisaram o GLP-2R como integrador central do eixo intestino-cérebro-fígado: o receptor expresso em ISEMFs, neurônios entéricos e plexo nodoso coordena absorção intestinal, sinalização vagal de saciedade e metabolismo lipídico hepático — posicionando o GLP-2 (Teduglutide/Glepaglutide) como modulador sistêmico de saúde metabólica e cognitiva além da indicação primária de síndrome do intestino curto. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  10. Positive clinical outcomes associated with use of glucagon-like peptide-2 (GLP-2) analogues in patients with intestinal failure: A systematic review and meta-analysis. Clinical Nutrition ESPEN (revisão sistemática e meta-análise, revisado por pares), 2026.Bastas A et al. realizaram meta-análise de todos os ensaios clínicos com análogos de GLP-2 (Teduglutide e Glepaglutide) em falência intestinal: confirmaram redução significativa do volume de nutrição parenteral, ganho de função intestinal e melhora de qualidade de vida — consolidando a base de evidências para o GLP-2R como alvo terapêutico validado em falência intestinal crônica. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  11. Beyond intestinal failure: Expanding therapeutic frontiers of glucagon-like peptide-2 in gastrointestinal disease. World Journal of Gastrointestinal Pharmacology and Therapeutics (revisão, revisado por pares), 2026.Attieh et al. revisaram as indicações emergentes do GLP-2 além da SIC — DII, enterite por radiação, MASH — documentando o papel do GLP-2R em células caliciformes (MUC2 e Trefoil Factor 3) e células de Paneth (defensinas) como mediadores da mucosa protetora, posicionando o GLP-2R como alvo de amplo espectro para disfunções de barreira intestinal além da síndrome do intestino curto. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  12. Identification of Pappalysin-2 (PAPP-A2), a modulator of Insulin-like Growth Factor-1 pathway, as a potential marker of teduglutide efficacy in patients with short bowel syndrome. Clinical Nutrition (revisado por pares), 2025.de Dreuille et al. identificaram a PAPP-A2 (Pappalysin-2, clivadora de IGFBPs) como biomarcador preditivo de resposta ao Teduglutide em SIC — pacientes respondedores apresentaram elevações precoces de PAPP-A2 após 4 semanas, refletindo ativação do eixo IGF-1 parácrino nas ISEMFs intestinais e abrindo perspectiva de medicina de precisão para análogos de GLP-2. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  13. Loss of GLP-2R signaling in Glp2r(-/-) mice increases the long-term severity of graft versus host disease. Molecular Metabolism (estudo experimental, revisado por pares), 2026.Yusta B et al. demonstraram que camundongos com deleção de GLP-2R (Glp2r-/-) desenvolvem GVHD intestinal mais severa, com maior infiltração de linfócitos T efetores Th1/Th17 e dano de mucosa acelerado — revelando que o GLP-2R tem função imunorregulatória ativa na barreira gastrointestinal, não apenas trófica, e ampliando as indicações potenciais de análogos como Teduglutide/Glepaglutide para DII imunomediada e GVHD gastrointestinal pós-transplante. Acessar estudo (PubMed/PMC)
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