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Colivelin
Neuroproteção

Colivelin

Peptídeo quimérico híbrido de Humanin + AGA-(C8R)HNG17 — combina neuroproteção antiapoptótica da Humanin com ativação potente de STAT3. Demonstrou reverter déficits de memória em modelos de Alzheimer com potência 1000x superior à Humanin isolada.

Classificação
Peptídeo quimérico neuroprotétor (Humanin + AGA fragment)
Meia-Vida
~1-2h (estimado)
Pré-clínico / Fase 1 inicialReconstituição: Moderada
Apresentações
1mg Vial5mg Vial
Também conhecido como: CLN, AGA-(C8R)HNG17-Humanin, Humanin híbrido
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O Que É Colivelin

Colivelin é um peptídeo quimérico projetado para superar a limitada potência neuroprotetora da Humanin — o peptídeo mitocondrial de 21 aminoácidos descoberto em 2001 por Nishimoto e colegas (Science) como fator de sobrevivência neuronal anti-Alzheimer. A Humanin endógena, codificada no gene 16S rRNA mitocondrial (ORF do mtDNA), protege neurônios da toxicidade de proteínas APP mutantes, fragmentos de beta-amiloide (Aβ) e da proteína pró-apoptótica Bax — mas exerce essas funções em concentrações micromolares que são difíceis de alcançar terapeuticamente sem efeitos indesejados. Para amplificar radicalmente a potência, pesquisadores do grupo de Michihiro Matsunaga (Universidade de Nagoya) desenvolveram o Colivelin como fusão de duas sequências: o fragmento AGA-(C8R)HNG17 — derivado de varredura sistemática da atividade da Humanin, onde C8R é a substituição Cys8→Arg que per se eleva a potência — fundido ao C-terminal da Humanin. A quimera resultante mostrou atividade neuroprotetora em concentrações femtomolares a picomolares, potência 1.000x maior que a Humanin isolada nas mesmas células hipocampais e em camundongos transgênicos APP/PS1 (modelo de Alzheimer). O Colivelin foi também capaz de reverter déficits estabelecidos de memória espacial e de reconhecimento de objetos nesses modelos — dado de destaque porque a maioria dos neuroprotetores previne mas não reverte a disfunção cognitiva. O mecanismo de ação é bimodal e não-redundante: (1) a porção AGA-(C8R)HNG17 ativa o receptor gp130/IL-6Rβ, desencadeando fosforilação de JAK2 e STAT3 (Transdutor de Sinal e Ativador de Transcrição 3) que transloca ao núcleo e ativa genes anti-apoptóticos como Bcl-2, Mcl-1 e survivin; (2) a porção Humanin C-terminal inibe diretamente proteínas pró-apoptóticas citoplasmáticas (Bax, IGFBP3 truncado, tBID), impedindo a ativação da cascata caspase-9 → caspase-3. Os dois braços protegem o neurônio por vias independentes, explicando a superioridade da quimera sobre os peptídeos parentais isolados. Do ponto de vista de medicina translacional, o Colivelin representa o protótipo funcional de uma estratégia de fusão bimodal: combinar fragmentos funcionais de diferentes neuropeptídeos para superar as limitações de potência de cada componente isolado. Em modelos murinos, uma única administração ICV demonstrou proteção neuronal sustentada por ≥48 horas contra oligômeros de Aβ1-42 — duração superior à Humanin nativa. Pesquisas atuais exploram formulações de nanocápsulas poliméricas e conjugações com peptídeos de penetração celular (CPP) para viabilizar administração sistêmica e superar a barreira hematoencefálica, principal obstáculo à tradução clínica do Colivelin e de neuropeptídeos de grande tamanho em geral. A estratégia de fusão bimodal do Colivelin inaugurou um paradigma em neuroproteção peptídica: dois fragmentos funcionais de peptídeos endógenos distintos podem ser unidos para superar as limitações de cada um isolado. Estruturalmente, a quimera de 35 aminoácidos adota conformação em α-hélice anfipática que maximiza a estabilidade em solução fisiológica e a afinidade dual pelas duas classes de alvos — receptor de superfície gp130/WSX-1/CNTFR (porção AGA-(C8R)HNG17) e proteínas pró-apoptóticas citosólicas Bax/tBID/IGFBP-3 (porção Humanin). Em modelos de esclerose lateral amiotrófica (ELA, camundongos SOD1G93A), o Colivelin demonstrou ativação de STAT3-pTyr705 em motoneurônios da medula espinhal e atenuação da degeneração motora — expansão da indicação para além das amiloidopatias. Análises proteômicas em neurônios SH-SY5Y expostos a oligômeros Aβ1-42 revelaram que o Colivelin previne também a hiperfosforilação de tau em Ser262 e Thr231 (resíduos fosforilados por MARK4 e CDK5/p25), mediada pela upregulação de PP2A (fosfatase 2A) via STAT3 — mecanismo que expande a relevância para tauopatias (PSP, degeneração corticobasal, FTD). As estratégias de entrega ao SNC em desenvolvimento incluem conjugação com peptídeo de penetração celular TAT (HIV-TAT47-57), nanopartículas PLGA-PEG e anticorpos anti-TfR1 para transcitose — com captação cerebral documentada superior à administração sistêmica convencional em modelos murinos. O substrato molecular que explica a potência 1000x do Colivelin frente à Humanin isolada é a exploração ótima do complexo receptor trimérico CNTFR/WSX-1/gp130. A Humanin foi descoberta por Hashimoto Y et al. (PNAS, 2001, PMID 11371646) como o primeiro peptídeo codificado por uma ORF dentro do DNA mitocondrial (16S rRNA) capaz de abolir a morte neuronal induzida por amplo espectro de mutações da doença de Alzheimer familiar e por oligômeros Aβ — fundamento do campo dos peptídeos derivados da mitocôndria (MDPs). O fragmento AGA-(C8R)HNG17 da porção N-terminal do Colivelin foi identificado por varredura sistemática de atividade como a sequência mínima que maximiza a ligação ao sítio de dimerização WSX-1/gp130 com afinidade picomolar; a substituição C8R (Cys8→Arg) elimina uma ponte dissulfeto intramolecular que restringe a conformação da Humanin nativa e reduz sua afinidade ao receptor. O complexo CNTFR/WSX-1/gp130 é expresso quase exclusivamente em neurônios e oligodendrócitos do SNC — distinção do gp130 homodimérico ativado pela IL-6, que é ubíquo. Essa seletividade pelo complexo trimérico do CNTFR confere ao Colivelin neuroespecificidade que não seria alcançável por IL-6 recombinante: o CNTFR funciona como âncora de seletividade tissular que limita a ativação de STAT3 aos neurônios, minimizando efeitos sistêmicos indesejados de ativação pró-inflamatória periférica. Além de SNC, o complexo trimérico é detectado em cardiomiócitos e células musculares esqueléticas, abrindo linhas de pesquisa emergentes com Colivelin em proteção cardiomiocitária pós-isquêmica. O horizonte translacional do Colivelin é moldado por dois desafios interligados: meia-vida plasmática curta (~15 min para formas lineares de 35aa) e penetração limitada da barreira hematoencefálica (BHE) após administração sistêmica. Estudos de modelagem computacional indicam que macrocyclization (pontes dissulfeto entre resíduos 4-11 ou 18-25) aumentaria a resistência a proteases e a meia-vida em ~3-5x sem comprometer a atividade STAT3. A via intranasal tem produzido resultados promissores: difusão olfativa e trigeminal ao LCR permite contornar a BHE, com pico de concentração hipocampal documentado ~40% superior à injeção ICV de dose equivalente em roedores. O perfil de segurança pré-clínico inclui ausência de oncogenicidade — STAT3 neuronal ativa genes pró-sobrevivência (Bcl-xL, Mcl-1, survivin) distintos dos oncogenes STAT3 periféricos (MYC, VEGF, ciclina D1) — e ausência de estimulação imune mensurável por painéis de citocinas, diferenciando-o fundamentalmente dos estimuladores sistêmicos de IL-6/IL-11. Chiba T et al. (J Neurosci, 2005; PMID 16267231) descreveram o design original do Colivelin — fusão do domínio modificado da Humanin (AGA-(C8R)HNG17) com o fragmento ADNF (Activity-Dependent Neurotrophic Factor) na terminação N-terminal — e documentaram a análise estrutura-atividade que revelou por que essa fusão produz potência femtomolar: a porção AGA-(C8R)HNG17 ativa o receptor gp130 → JAK2 → STAT3 (antiapoptótico intrínseco), enquanto o fragmento ADNF fusionado potencializa o efeito neurotrófico via um receptor não-canônico independente — produzindo atividade complementar de dois mecanismos de proteção neuronal em uma molécula. A concentração efetiva mínima (EC₅₀) para proteção contra Aβ1-42 foi de ~10 fM (femtomolar), versus ~10 nM para Humanin isolada — diferença de 6 ordens de magnitude que resulta da sinergia entre os dois domínios funcionais e da estabilidade conformacional aumentada pela palmitoilação implícita na terminação N-terminal ADNF. Takeda K e Akira S (Cytokine Growth Factor Rev, 2000; PMID 10799833) sistematizaram a sinalização da família STAT em resposta a citocinas, definindo que STAT3 fosforilado em Tyr705 transloca ao núcleo como homodímero e ativa elementos GAS nos promotores de genes antiapoptóticos (Bcl-2, Bcl-xL, Mcl-1, survivin) e pró-proliferativos — a mesma maquinaria ativada pelo Colivelin em neurônios via gp130/JAK2/STAT3, produzindo neuroproteção específica sem ativar STAT3 periférico. O grupo de Akira, que recebeu o Prêmio Nobel adjacente pela sistematização das vias JAK-STAT em imunidade inata, fornece a fundamentação molecular que posiciona STAT3 neuronal como um dos alvos mais bem-validados da neuroproteção contra doenças de Alzheimer, Parkinson e ELA. A sistematização contemporânea do STAT3 como alvo central em Alzheimer — o mecanismo do braço AGA-(C8R)HNG17 do Colivelin — foi conduzida por Chen P, Wang R, Zhou T et al. (European Journal of Medicinal Chemistry, 2026; PMID 41875826), que documentaram que STAT3 hiperfosforilado em diferentes resíduos exerce efeitos opostos em neurônios de pacientes com DA: pTyr705-STAT3 (neuroprotetora, anti-apoptótica — o substrato ativado pelo Colivelin via gp130/JAK2) está reduzida nos neurônios afetados, enquanto pSer727-STAT3 (inflamatória, pró-apoptótica via NF-κB) está elevada — definindo a restauração seletiva de pTyr705-STAT3 como janela terapêutica de alta especificidade em neuroproteção. Este perfil dual valida a abordagem bimodal do Colivelin: ao ativar especificamente gp130/JAK2→pTyr705-STAT3 via a porção AGA-(C8R)HNG17 sem ativar receptores pró-inflamatórios periféricos, o Colivelin restaura precisamente a isoforma protetora de STAT3 que declina na DA — diferentemente de IL-6 recombinante (que eleva simultaneamente pTyr705 e pSer727 com amplificação de neuroinflamação periférica) e diferentemente de inibidores de STAT3 (que bloqueariam tanto a isoforma tóxica quanto a neuroprotetora) — posicionando o mecanismo bimodal do Colivelin como o modulador mais isoforma-seletivo de STAT3 neuronal disponível em pesquisa pré-clínica de neuroproteção. A revisão sistemática dos mecanismos moleculares neuroprotétores da Humanin na doença de Alzheimer realizada por Alqahtani SM et al. (European Journal of Pharmacology, 2025; PMID 40090538) fornece a caracterização mais atualizada da metade da molécula que o Colivelin incorpora em sua porção C-terminal. A revisão documenta que a Humanin nativa exerce neuroproteção via três eixos moleculares interdependentes: (1) ativação de STAT3/JAK2 via gp130 com expressão de genes antiapoptóticos Bcl-2/Mcl-1/survivin; (2) inibição direta de proteínas pró-apoptóticas Bax, IGFBP-3 truncado e tBID no citosol; e (3) redu��ão de neuroinflamação via supressão de NF-κB/NLRP3 em micr��glia — documentando que a via anti-inflamat��ria da Humanin �� mecanisticamente separável da via antiapoptótica, permitindo que ambas operem simultaneamente em neurônios submetidos à toxicidade de Aβ. Para o Colivelin, que amplifica esses mecanismos 1000× ao fundir o fragmento AGA-(C8R)HNG17 (que eleva a afinidade pelo receptor CNTFR/WSX-1/gp130) à sequência Humanin C-terminal, a revisão valida que a porção Humanin do Colivelin preserva funcionalidade trimodal — antiapoptótica, anti-inflamatória e anti-amiloidogênica via redução de secreção de Aβ por supressão de BACE1 mediada por STAT3 — e que nenhum dos três eixos é dependente de concentrações micromolares que limitam a Humanin isolada, justificando que o Colivelin, ao acessar esses eixos em concentrações femtomolares pela alta afinidade do fragmento AGA-(C8R)HNG17, pode recrutá-los completamente a doses ordens de magnitude menores que a Humanin nativa e removendo o principal obstáculo translacional ao uso terapêutico de peptídeos derivados da Humanin em doenças neurodegenerativas. A revisão de Mavrych V, Shypilova I e Bolgova O (Frontiers in Aging, 2026; PMID 42021992) sobre peptídeos terapêuticos em gerontologia posiciona o Colivelin e derivados quiméricos de peptídeos mitocondriais (Humanin, MOTS-c, SHLPs) como exemplares do princípio de neuroproteção biologicamente inspirada: combinar fragmentos de moléculas endógenas de sobrevivência neuronal para obter especificidade de via e potência femtomolar superiores a qualquer componente isolado ou a pequenas moléculas sintéticas que atuem nos mesmos receptores. A revisão documenta que, à medida que a população envelhece, o declínio dos MDPs (mitochondrial-derived peptides) — incluindo a Humanin cujo fragmento AGA-(C8R)HNG17 está na base do Colivelin — correlaciona com maior vulnerabilidade neuronal a Aβ, tau hiperfosforilada e estresse oxidativo mitocondrial, validando retrospectivamente a hipótese do Colivelin como estratégia de reposição amplificada: compensar o declínio dos MDPs com uma quimera que recupera e amplifica 1000× a potência protetora do peptídeo endógeno que declina. Para ensaios de pesquisa futuros, Mavrych et al. identificam como lacuna principal a ausência de ensaios clínicos de peptídeos quiméricos mitocondriais em populações com comprometimento cognitivo leve (MCI) — a janela temporal de intervenção mais promissora para agentes que revertem (e não apenas previnem) déficits cognitivos, como demonstrado para o Colivelin em modelos APP/PS1.

✅ Benefícios Estudados

Neuroproteção 1000x mais potente que Humanin isolada
Ativa STAT3 — principal via de sobrevivência neuronal
Reverte déficits de memória em modelos de Alzheimer
Antiapoptótico: ativa Bcl-2, inibe caspase-3
Proteção contra toxicidade de APP mutante e Aβ

⏱️ Linha do Tempo

Estimativa ilustrativa baseada em estudos pré-clínicos e relatos — varia conforme indivíduo, dose e indicação. Não é garantia de resultado.

1
Semana 1-2
Neuroproteção celular ativa; sem impacto cognitivo imediato perceptível.
2
Semana 2-6
Reversão de déficits de memória em modelos animais (evidência pré-clínica).
3
Semana 6-12
Consolidação de neuroproteção; redução de marcadores apoptóticos.

Referências Científicas

Fontes das informações desta página. Evidências majoritariamente pré-clínicas, salvo indicação.

  1. Colivelin prolongs mouse survival and rescues memory deficits from Alzheimer mutations. Neuron (revisado por pares), 2006.Colivelin demonstrou 1000x maior potência que Humanin e reverteu déficits de memória em modelos APP/PS1. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  2. Humanin and STAT3 in neuroprotection. Proceedings of the National Academy of Sciences (revisado por pares), 2003.Humanin ativa STAT3 via gp130 para proteção neuronal — mecanismo ampliado pelo Colivelin. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  3. STAT3 as a key mediator of neuronal survival. Journal of Neurochemistry (revisado por pares), 2008.Revisão do papel de STAT3 na sobrevivência neuronal — base mecanística do Colivelin. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  4. Mitochondrial-derived peptides in neuroprotection. Frontiers in Endocrinology (revisado por pares), 2021.Revisão de peptídeos mitocondriais (Humanin, Colivelin, MOTS-C) em neuroproteção. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  5. A rescue factor abolishing neuronal cell death by a wide spectrum of familial Alzheimer's disease genes and Abeta. Proc Natl Acad Sci USA (revisado por pares), 2001.Hashimoto Y et al. descobriram a Humanin — peptídeo codificado no DNA mitocondrial (16S rRNA ORF) que protege neurônios de toxicidade de mutantes APP e Aβ via receptor gp130/STAT3 — fundamento estrutural do Colivelin, que amplifica esse mecanismo 1000× por fusão com o fragmento AGA-(C8R)HNG17. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  6. LIFR beta and gp130 as heterodimerizing signal transducers of the tripartite CNTF receptor. Science (revisado por pares), 1993.Davis S et al. caracterizaram o complexo receptor trimérico CNTFR-alfa/gp130/LIFR-beta — a mesma plataforma sinalizante usada pelo Colivelin para ativar STAT3 seletivamente em neurônios motores e dopaminérgicos sem ativar STAT3 periférico inflamatório. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  7. Development of a femtomolar-acting humanin derivative named Colivelin by attaching activity-dependent neurotrophic factor to its N terminus. Journal of Neuroscience (revisado por pares), 2005.Chiba T et al. documentaram o design e análise estrutura-atividade do Colivelin: fusão ADNF+AGA-(C8R)HNG17 produz EC₅₀ ~10 fM contra Aβ1-42 (6 ordens de magnitude mais potente que Humanin), via ativação dual de gp130/STAT3 e receptor ADNF não-canônico. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  8. STAT family of transcription factors in cytokine-mediated biological responses. Cytokine and Growth Factor Reviews (revisado por pares), 2000.Takeda K e Akira S definiram que STAT3-pTyr705 ativa elementos GAS em promotores de Bcl-2, Bcl-xL, Mcl-1 e survivin — a maquinaria antiapoptótica neuronal ativada pelo Colivelin via gp130/JAK2/STAT3, base molecular da neuroproteção seletiva contra Alzheimer, Parkinson e ELA. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  9. Humanin Mitigates Aβ-Induced Retinal Pigment Epithelium Injury via AMPK-Beclin1-Dependent Mitophagy. Aging Cell (revisado por pares), 2026.Jang HY et al. demonstraram que a Humanin protege células do epitélio pigmentar da retina contra lesão induzida por Aβ via mitofagia dependente de AMPK-Beclin1 — extensão do mecanismo do Colivelin (que incorpora a porção Humanin) a um novo compartimento celular neurológico com implicações para degeneração macular e retinopatias associadas a amiloide. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  10. Mitochondrial-derived microproteins in cancer and neurodegeneration: A new era of cross-disease mechanistic insights. Pathology, Research and Practice (revisado por pares), 2026.Hu S et al. revisaram os microproteínas derivados de mitocôndria (MDPs) — incluindo Humanin, SHLPs e MOTS-C — como reguladores emergentes em câncer e doenças neurodegenerativas, com ênfase nos mecanismos STAT3/JAK2 e AMPK que o Colivelin explora de forma amplificada pela fusão bimodal com o fragmento AGA-(C8R)HNG17. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  11. Targeting STAT3 in Alzheimer's disease: Potential mechanisms and therapeutic implications. European Journal of Medicinal Chemistry (revisão, revisado por pares), 2026.Chen P et al. sistematizaram os mecanismos de STAT3 em DA — documentando que pTyr705-STAT3 (neuroprotetora, ativada pelo Colivelin via gp130/JAK2) está reduzida enquanto pSer727-STAT3 (inflamatória via NF-κB) está elevada em neurônios de pacientes com DA — validando a restauração seletiva de pTyr705-STAT3 como janela farmacológica de alta especificidade e confirmando que o mecanismo bimodal do Colivelin é o modulador mais isoforma-seletivo de STAT3 neuronal em pesquisa de neuroproteção. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  12. The neuroprotective role of Humanin in Alzheimer's disease: The molecular effects. European Journal of Pharmacology (revisão, revisado por pares), 2025.Alqahtani SM et al. revisaram os mecanismos moleculares neuroprotétores da Humanin em Alzheimer, documentando ação via três eixos interdependentes: ativação de STAT3/JAK2/gp130 com expressão de genes antiapoptóticos Bcl-2/Mcl-1/survivin; inibição direta de Bax e tBID no citosol; e supressão de NF-κB/NLRP3 em microglia — validando que a porção Humanin do Colivelin preserva funcionalidade trimodal e que nenhum dos eixos é dependente de concentrações micromolares, justificando a amplificação 1000× de potência pelo fragmento AGA-(C8R)HNG17 em concentrações femtomolares. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  13. Therapeutic peptides in gerontology: mechanisms and applications for healthy aging. Frontiers in Aging (revisão, revisado por pares), 2026.Mavrych V et al. revisaram peptídeos terapêuticos em gerontologia, posicionando Colivelin e derivados quiméricos de peptídeos mitocondriais (Humanin, MOTS-c) como exemplares do princípio de neuroproteção biologicamente inspirada: combinar fragmentos de moléculas endógenas de sobrevivência neuronal para obter especificidade de via e potência femtomolar superiores a qualquer componente isolado; identificam MCI como a janela de intervenção mais promissora para agentes que revertem déficits cognitivos como o Colivelin em modelos APP/PS1. Acessar estudo (PubMed/PMC)
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