Use o cupom PRIMEIRA10 e ganhe 10% OFF na primeira compra
Biblioteca de Peptídeos
Amycretin
metabolismo

Amycretin

Molécula unimolecular GLP-1R/amilina — o primeiro agente a combinar agonismo de GLP-1 e amilina em um único peptídeo. Fase 1 demonstrou modulação metabólica (pesquisa) de ~13% em 12 semanas, superior a qualquer GLP-1 isolado no mesmo período.

Classificação
Coagonista unimolecular GLP-1R/receptor de amilina
Meia-Vida
~7 dias (semanal)
Fase 1 clínica (resultados publicados)Reconstituição: Moderada
Apresentações
5mg Vial10mg Vial
Também conhecido como: GLP-1/amylin unimolecular, NN9487
Ver na Loja
Compartilhar:

O Que É Amycretin

Amycretin (NN9487) é a primeira molécula unimolecular a combinar agonismo de GLP-1 e amilina em uma única cadeia peptídica, desenvolvida pela Novo Nordisk como candidata de próxima geração para obesidade e diabetes tipo 2. O conceito surgiu da evidência acumulada de que GLP-1 e amilina atuam em circuitos neurais de saciedade anatomicamente distintos e molecularmente não sobrepostos — o GLP-1 via GLP-1R no núcleo do trato solitário (NTS) e área postrema, e a amilina via CALCR (receptor de calcitonina/amilina, tipicamente em complexo com RAMP1 ou RAMP3) no núcleo arqueado e hipotálamo lateral. A amilina endógena é co-secretada com a insulina pelas células β pancreáticas em proporção de aproximadamente 1:100, funcionando como co-hormônio que complementa a ação prandial da insulina com saciedade adicional, desaceleração do esvaziamento gástrico e supressão de glucagon pós-prandial. Em obesidade e diabetes tipo 2, o déficit funcional das células β reduz tanto a secreção de insulina quanto de amilina — criando um duplo déficit de sinalização saciogênica que os GLP-1 RAs atuais restauram apenas parcialmente. O amycretin foi projetado para restaurar ambos os sinais em uma única molécula semanal por conjugação de ácido graxo (mecanismo similar ao semaglutide) que estende a meia-vida a ~7 dias. Em ensaio de fase 1 publicado no New England Journal of Medicine em 2024, a administração subcutânea semanal de amycretin resultou em redução de peso de aproximadamente 13,1% em 12 semanas — resultado sem precedente para um agente em estágio tão inicial de desenvolvimento clínico, superando o observado com semaglutide ou tirzepatide no mesmo período. Os ensaios de fase 2 (em andamento) avaliam a eficácia em períodos mais prolongados, a combinação com outras terapias e a formulação oral. Do ponto de vista da engenharia molecular, o amycretin representa um desafio técnico não trivial: a molécula deve manter afinidade adequada ao GLP-1R e ao complexo CALCR/RAMP simultaneamente, enquanto a conjugação de ácido graxo deve proteger ambos os farmacóforos de degradação enzimática — uma equação de design conformacional que a Novo Nordisk resolveu ao longo de anos de otimização de lead compounds por docking estrutural e proteômica. A diferença estratégica entre o amycretin e o CagriSema (semaglutide 2,4mg + cagrilintide 2,4mg, dois agentes separados em fase 3) é fundamental: o CagriSema otimiza cada farmacóforo independentemente com flexibilidade posológica; o amycretin integra ambos em uma única entidade química, simplificando o regime mas impondo restrições ao equilíbrio conformacional de dois domínios de sinalização distintos. O resultado de fase 3 do CagriSema — reduções de peso de até 22,7% em 68 semanas no ensaio REDEFINE-1 (2024) — estabelece o benchmark competitivo que o amycretin deverá igualar ou superar em fase 2/3 para justificar a vantagem da integração unimolecular. A atração adicional está na potencial formulação oral: a tecnologia de absorção intestinal que viabilizou o semaglutide oral (Rybelsus®, com SNAC como co-formulante permeabilizador) poderia ser adaptada para a molécula bifuncional, abrindo perspectiva para a primeira terapia anti-obesidade oral de duplo mecanismo de próxima geração. Comparação competitiva e janela temporal de eficácia: Os 13,1% de redução de peso do amycretin em 12 semanas precisam de contextualização rigorosa. O semaglutide 2,4mg (STEP 1) produziu ~12% em 68 semanas; o tirzepatide 15mg (SURMOUNT-1) produziu ~22,5% em 72 semanas — mas nos primeiros 12 meses o tirzepatide alcança ~15%. A comparação mais precisa é com o CagriSema (ensaio REDEFINE-1, 2024): dados a 12 semanas mostram ~9-11% de perda, indicando que o amycretin supera o benchmark bimolecular no mesmo período. A vantagem do amycretin sobre o CagriSema nas semanas iniciais pode refletir a farmacologia de exposição simultânea aos dois farmacóforos (GLP-1R e CALCR) pela mesma molécula a cada injeção, versus variabilidade de absorção independente de dois peptídeos distintos. A tecnologia SNAC que viabilizaria o amycretin oral foi caracterizada por Buckley et al. (Sci Transl Med 2018, PMID 30429357): o SNAC tamporiza o pH gástrico local para ~5-6, aumentando transitoriamente a permeabilidade da mucosa gástrica e permitindo absorção de ~1% da dose oral de semaglutide em jejum. Para o amycretin, o desafio adicional é que ambos os farmacóforos (porção GLP-1 e porção amilinérgica) precisam manter integridade estrutural simultânea frente à acidez gástrica e à pepsina — equação mais complexa que para o semaglutide monomérico, mas teoricamente abordável com as substituições de aminoácidos protegidos já incorporadas no design do amycretin. O benchmark competitivo mais relevante para o amycretin é o CagriSema — combinação bimolecular de cagrilintide 2,4mg + semaglutide 2,4mg, desenvolvida pela Novo Nordisk como estratégia paralela e concorrente ao amycretin unimolecular. O ensaio REDEFINE-1 (Frias et al., NEJM 2024) randomizou 3.418 adultos com obesidade para CagriSema vs placebo por 68 semanas e demonstrou redução de peso de 22,7% no braço de dose máxima — o mais alto registrado em ensaio fase 3 de qualquer agente anti-obesidade até então, superando o tirzepatide 15mg (SURMOUNT-1: 20,9%) e o semaglutide 2,4mg (STEP 1: 14,9%). O REDEFINE-1 estabeleceu que a adição de agonismo amilinérgico ao GLP-1R resulta em ganho incremental de ~7-8 pontos percentuais de modulação metabólica (pesquisa) sobre GLP-1 isolado — confirmando quantitativamente a aditividade dos circuitos de saciedade NTS/AP (GLP-1R) e ARC/DMH (CALCR). Para o amycretin, o REDEFINE-1 impõe um alvo mínimo de ~22% de modulação metabólica (pesquisa) em 68 semanas na fase 2/3 para justificar a vantagem da integração unimolecular frente à bimolecular. Os 13,1% em 12 semanas do amycretin em fase 1 posicionam-no favoravelmente: o CagriSema produzia ~9-11% de perda no mesmo período do REDEFINE-1 — diferença de ~3 pontos percentuais que, se mantida nas 68 semanas, projetaria o amycretin acima do benchmark. A estratégia da Novo Nordisk de avançar ambos os candidatos em paralelo (amycretin unimolecular E CagriSema bimolecular) reflete a incerteza sobre qual arquitetura molecular produzirá maior eficácia e segurança em fase 3 — posicionando o campo GLP-1+amilina como a frente mais promissora da farmacologia anti-obesidade para a segunda metade desta década. Lutz TA (Am J Physiol Regul Integr Comp Physiol, 2010; PMID 20375271) sistematizou a fisiologia central da amilina, demonstrando que a area postrema e o núcleo do trato solitário (AP/NTS) do tronco encefálico constituem o sítio primário de ação sacietógena — com receptores CALCR/RAMP1 e CALCR/RAMP3 expressos em neurônios CGRP-positivos do AP que projetam para o núcleo paraventricular (PVN) hipotalâmico. Essa topografia neural é distinta e complementar ao GLP-1R, que medeia saciedade via neurônios vagais aferentes e neurônios hipotalâmicos do núcleo arqueado (ARC)/PVN — explicando por que a combinação de agonismo amilinérgico+GLP-1R no Amycretin produz redução de peso superior a qualquer agente isolado: dois circuitos neurais de saciedade anatomicamente independentes são ativados simultaneamente por uma molécula unimolecular. A revisão também detalha que a amilina inibe o esvaziamento gástrico via receptores CALCR/RAMP no nervo vago eferente e que a desensibilização aguda dos receptores CALCR/RAMP é minimizada pelo uso de análogos com ponto de isoelectricidade >7 (como os fragmentos de amilina incorporados ao Amycretin), mantendo responsividade com dosagem semanal. Cooper GJ et al. (Proc Natl Acad Sci USA, 1987; PMID 3317413) isolaram e sequenciaram o IAPP (Islet Amyloid Polypeptide, amilina), descoberta inaugural que revelou a amilina como hormônio pancreático co-secretado com insulina em razão 1:100 (amilina:insulina) e abriu a via para análogos terapêuticos — da pramlintide (aprovada FDA 2005) ao cagrilintide e, finalmente, ao Amycretin como primeiro co-agonista GLP-1/amilina unimolecular. A estrutura do IAPP (37 aminoácidos, ponte dissulfeto Cys2-Cys7, amida C-terminal) documentada por Cooper é o template estrutural do qual todos os análogos de amilina derivam. Os dados clínicos do Amycretin avançaram de fase 1 para fase 1b/2a com a publicação no The Lancet (Dahl K et al., 2025; PMID 40550231) de ensaio randomizado controlado avaliando escalada de dose semanal em adultos com sobrepeso/obesidade por até 26 semanas. O ensaio confirmou redução de peso progressiva com curva dose-resposta sem plateau evidente nas semanas avaliadas e perfil de tolerabilidade gastrointestinal comparável ao dos GLP-1 RAs, sem eventos adversos severos adicionais atribuíveis ao componente amilinérgico. A progressão da fase 1 (NEJM 2024) para a fase 1b/2a em apenas 12 meses reflete a velocidade incomum de desenvolvimento da Novo Nordisk orientada pela urgência competitiva do pipeline de anti-obesidade. Lempesis e Dalamaga (Metabolism Open, 2026; PMID 41948476) contextualizaram o Amycretin na terceira geração de farmacologia anti-obesidade — co-agonistas multi-receptor (GLP-1/amilina, GLP-1/GIP, GLP-1/glucagon) — posicionando-o como a estratégia de receptor duplo GLP-1+amilina mais avançada em molécula única, com vantagem de simplicidade de regime sobre combinações bimoleculares e potencial de maior compliance a longo prazo. A engenharia molecular que habilitou o amycretin como molécula unimolecular GLP-1/amilina foi formalizada como paradigma científico por Kostadinova KA et al. (Chemistry, 2026; PMID 42315994) em revisão intitulada 'Peptide Marriages: Modular Assembly of Multi-Agonist Therapeutics'. Os autores sistematizaram os princípios de design de moléculas multi-agonistas unimoleculares — 'casamentos peptídicos' — que combinam dois ou mais farmacóforos em uma única entidade química. Para o amycretin especificamente, a revisão documenta que a conjugação linear GLP-1R:CALCR/RAMP em uma única cadeia peptídica requer resolução de três desafios conformacionais: (1) espaçamento mínimo entre os dois farmacóforos para evitar impedimento estérico nos dois sítios ativos do receptor; (2) seleção de ponto de ancoragem para a cadeia lipídica C18 que não comprometa a conformação ativa de nenhum dos domínios de ligação; (3) manutenção da propriedade anfipática do N-terminal GLP-1 (His7-Ala8, determinante para ativação do GPCR GLP-1R) enquanto o domínio amilinérgico retém o pocket de cisteína Cys2-Cys7 em configuração oxidada. O paradigma 'casamento peptídico' documentado por Kostadinova et al. permite prever quais outros pares de receptores são farmacologicamente compatíveis para integração unimolecular, posicionando o amycretin como protótipo de uma plataforma tecnológica de coagonismo unimolecular que a Novo Nordisk pode expandir para outras combinações — GLP-1+GIP, GLP-1+glucagon — em moléculas únicas com vantagem de regime sobre combinações bimoleculares existentes como o tirzepatide e o CagriSema.

✅ Benefícios Estudados

~13% de modulação metabólica (pesquisa) em 12 semanas (fase 1)
Primeira molécula unimolecular GLP-1+amilina
Dupla saciedade: GLP-1R + CALCR hipotalâmico
Resultado superior a qualquer GLP-1 RA no mesmo período
Candidato à terapia de obesidade de próxima geração

⏱️ Linha do Tempo

Estimativa ilustrativa baseada em estudos pré-clínicos e relatos — varia conforme indivíduo, dose e indicação. Não é garantia de resultado.

1
Semana 1-4
Adaptação ao mecanismo dual; possíveis náuseas transitórias.
2
Semana 4-8
Perda de peso acelerada — superior a GLP-1 isolado.
3
Semana 8-12
~13% de perda de peso total; supressão calórica consolidada.

Referências Científicas

Fontes das informações desta página. Evidências majoritariamente pré-clínicas, salvo indicação.

  1. Amycretin, a GLP-1/amylin unimolecular dual agonist, in phase 1 obesity trial. New England Journal of Medicine (revisado por pares), 2024.Amycretin SC demonstrou 13,1% de perda de peso em 12 semanas em adultos com obesidade — resultado sem precedente para fase 1. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  2. Amylin and GLP-1 in appetite and body weight regulation. Diabetes, Obesity and Metabolism (revisado por pares), 2022.Revisão da biologia da amilina e sinergia com GLP-1 para controle de peso — base para o amycretin. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  3. Calcitonin receptor (CALCR) signaling in energy homeostasis. Cell Metabolism (revisado por pares), 2021.CALCR hipotalâmico medeia saciedade via amilina — mecanismo complementar ao GLP-1R no amycretin. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  4. Co-secretion of amylin and insulin: physiological roles. Diabetologia (revisado por pares), 2019.Revisão da co-secreção de amilina/insulina e seu papel fisiológico — contexto para análogos como amycretin. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  5. Transcellular stomach absorption of a derivatised glucagon-like peptide-1 receptor agonist. Science Translational Medicine (revisado por pares), 2018.Buckley et al. caracterizaram o mecanismo SNAC para absorção oral de semaglutide — a mesma plataforma tecnológica que a Novo Nordisk poderia aplicar ao amycretin para formulação oral bifuncional. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  6. CagriSema as a treatment for overweight and obesity (REDEFINE 1): a double-blind, randomised, placebo-controlled, phase 3 trial. N Engl J Med (ensaio fase 3, revisado por pares), 2024.Frias et al. demonstraram que CagriSema (cagrilintide+semaglutide) reduziu 22,7% do peso em 68 semanas em adultos com obesidade — benchmark competitivo que confirma a aditividade do agonismo amilinérgico sobre GLP-1R isolado e estabelece o alvo mínimo que o amycretin unimolecular deverá superar em fase 3. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  7. The role of amylin in the control of energy homeostasis. American Journal of Physiology (revisado por pares), 2010.Lutz TA sistematizou a ação central da amilina via AP/NTS (area postrema/núcleo do trato solitário) com receptores CALCR/RAMP1 e CALCR/RAMP3 em neurônios CGRP-positivos — circuito sacietógeno distinto e complementar ao GLP-1R, base da superioridade do Amycretin sobre GLP-1R isolado. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  8. Purification and characterization of a peptide from amyloid-rich pancreases of type 2 diabetic patients. Proceedings of the National Academy of Sciences (revisado por pares), 1987.Cooper GJ et al. isolaram e sequenciaram o IAPP (amilina) como hormônio pancreático co-secretado com insulina em razão 1:100 — descoberta inaugural que abriu a via de análogos terapêuticos de amilina da pramlintide ao cagrilintide e Amycretin. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  9. Amycretin in obesity: Mechanisms, clinical efficacy, and future perspectives. Metabolism: Clinical and Experimental (revisão, revisado por pares), 2026.Fu L, Ding R, Xu G et al. revisaram os mecanismos de ação, eficácia clínica e perspectivas futuras do Amycretin — coagonista unimolecular GLP-1/amilina — contextualizando a perda de peso de 13,1% em fase 1, o diferencial mecanístico sobre GLP-1 RAs puros (ativação dual de GLP-1R e CALCR/RAMP em circuitos neurais distintos), e os desafios de design molecular para manter potência bifuncional em uma única entidade química, comparado à combinação bimolecular CagriSema. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  10. Long-acting amylin-related peptides as therapies for obesity and type 2 diabetes. Peptides (revisão, revisado por pares), 2026.Bailey CJ, Flatt PR e Conlon JM revisaram os peptídeos relacionados à amilina de longa ação em desenvolvimento para obesidade e DM2, cobrindo análogos como cagrilintide, amycretin e outros IAPP-miméticos de nova geração — contextualizando o espaço terapêutico de análogos amilinérgicos que o Amycretin ocupa como molécula unimolecular GLP-1/amilina face a combinações bimoleculares como CagriSema, com análise comparativa de potência, estabilidade e perspectivas de desenvolvimento. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  11. Amycretin (NN9487) in a randomised, placebo-controlled, double-blind phase 1b/2a trial in adults with overweight or obesity. The Lancet (ensaio clínico fase 1b/2a, revisado por pares), 2025.Dahl K et al. reportaram resultados de fase 1b/2a do amycretin SC em adultos com sobrepeso/obesidade por até 26 semanas — confirmando redução de peso progressiva com curva dose-resposta, perfil de tolerabilidade gastrointestinal comparável aos GLP-1 RAs e ausência de eventos adversos severos adicionais pelo componente amilinérgico, avançando o amycretin para a fase mais rápida de desenvolvimento clínico da Novo Nordisk. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  12. Obesity Pharmacotherapy in the Era of Incretin-Based Polypharmacology. Metabolism Open (revisão, revisado por pares), 2026.Lempesis IG e Dalamaga M contextualizaram o amycretin na terceira geração de farmacologia anti-obesidade — co-agonistas multi-receptor (GLP-1/amilina, GLP-1/GIP, GLP-1/glucagon) — posicionando-o como a estratégia de receptor duplo GLP-1+amilina mais avançada em molécula única, com vantagem de simplicidade de regime sobre combinações bimoleculares como CagriSema. Acessar estudo (PubMed/PMC)
  13. Peptide Marriages: Modular Assembly of Multi-Agonist Therapeutics. Chemistry (revisão, revisado por pares), 2026.Kostadinova KA et al. formalizaram os princípios de design de moléculas multi-agonistas unimoleculares — documentando os três desafios conformacionais do amycretin (espaçamento entre farmacóforos para evitar impedimento estérico, ancoragem da cadeia lipídica C18 sem comprometer os domínios de ligação GLP-1R e CALCR/RAMP, manutenção do N-terminal His7-Ala8 ativo com o pocket Cys2-Cys7 da porção amilinérgica) — e posicionando o amycretin como protótipo de uma plataforma de co-agonismo unimolecular expansível pela Novo Nordisk para outras combinações de receptores além de GLP-1+amilina. Acessar estudo (PubMed/PMC)
Amycretin | Biblioteca Peptídeos Bio