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← Blog·Oncologia de Precisão01 de julho de 2026

Trastuzumabe e Pertuzumabe Anti-HER2 em Mama e Câncer Gástrico: HERA, ToGA, CLEOPATRA e APHINITY

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BioPeptídeos Editorial
Equipe Peptídeos Bio
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HER2: biologia, amplificação e importância clínica em mama e gástrico

HER2 (Human Epidermal growth factor Receptor 2, ERBB2, NEU, CD340): HER2 é o segundo membro da família ErbB/HER de RTKs (com EGFR/HER1, HER3, HER4). Único membro sem ligante direto conhecido — funciona como co-receptor preferencial: outros membros da família (EGFR, HER3, HER4) ligam seus ligantes e heterodimerizam com HER2 → HER2 amplifica a sinalização (RAS/MAPK, PI3K/AKT) com muito mais potência que homodímeros.

HER2 superexpresso/amplificado: Normal: 2 cópias do gene ERBB2 em 17q12. Em HER2+ (IHC 3+ ou FISH amplificado): 30-100 cópias por célula → 1-2 milhões de receptores na superfície (vs. 20.000-50.000 em células normais). Resultado: sinalização constitutiva massiva independente de ligante → proliferação, sobrevivência, invasão.

Frequência em cânceres:

  • Mama: 15-20% HER2 amplificado/superexpresso (IHC 3+ ou FISH+). Antes de trastuzumabe: pior prognóstico (OS menor, maior metástase cerebral). Depois: igual ou melhor que HR+ HER2-.
  • Câncer gástrico/gastroesofágico: 15-20% HER2+ (IHC 3+ ou FISH+) — mais frequente em intestinal tipo, não em difuso.
  • Pulmão: 2-5% ERBB2 mutado (não amplificado — diferente!); ADCs anti-HER2 ativos.
  • Endométrio, colorretal (raro): HER2 amplificado em subgrupo.

Testes de HER2:

  • IHC (imuno-histoquímica): 3+ = altamente expressivo = HER2+; 2+ = borderline → FISH; 0 ou 1+ = negativo
  • FISH (Fluorescence In Situ Hybridization): amplificação confirmada por razão HER2/CEP17 >2 ou cópias >6

HER2-low (baixa expressão): IHC 1+ ou IHC 2+/FISH- = HER2-low. Antes de T-DXd, era considerado HER2 negativo. T-DXd mostrou atividade em HER2-low (DESTINY-Breast04): nova categoria oncológica surgiu.

Trastuzumabe: HERA (adjuvante mama) e ToGA (gástrico) — o anticorpo que mudou dois cânceres

Trastuzumabe (Herceptin®, Trasylol) — mecanismo: IgG1 humanizado anti-HER2 (domínio IV — externo proximal à membrana). Mecanismos:

  1. Inibe sinalização HER2 (estérico — impede dimerização)
  2. ADCC: Fc recruta células NK → mata células HER2+ (importante in vivo)
  3. Inibe clivagem proteolítica de domínio extracelular de HER2 (que libera forma truncada p95-HER2 constitutivamente ativa)
  4. PI3K/AKT sinalização reduzida

Dose: 8 mg/kg IV (loading) → 6 mg/kg q3sem; ou 4 mg/kg → 2 mg/kg q1sem.

HERA (Smith et al., Lancet 2011) — trastuzumabe adjuvante mama HER2+: 5102 pacientes mama HER2+ precoce operada (quimio adjuvante padrão completa → randomização). Trastuzumabe 1 ano vs. 2 anos vs. observação.

DFS (disease-free survival) 10 anos — 1 ano vs. observação: HR 0,76. DFS 2 anos vs. 1 ano: HR 0,99 (sem benefício de 2 anos vs. 1 ano). SG 10 anos: 79% vs. 73% (HR 0,74).

Aprovação FDA: 2006 para mama HER2+ precoce adjuvante 1 ano.

N9831/NSABP B-31 (Romond et al., NEJM 2005) — concorrente + quimio: Trastuzumabe concomitante com taxano (paclitaxel) após AC. DFS 3 anos: 87,1% vs. 75,4% (HR 0,48). Primeiro dado a mostrar benefício imediato quando trastuzumabe é concomitante com taxanos. Base para uso de trastuzumabe concomitante em vez de sequencial.

ToGA (Bang et al., Lancet 2010) — gástrico/gastroesofágico HER2+ 1ª linha: 594 pacientes adenocarcinoma gástrico/gastroesofágico HER2+ (IHC 3+ ou IHC 2+/FISH+). Quimio (capecitabina ou fluorouracil + cisplatina) + trastuzumabe vs. quimio.

SG: 13,8 vs. 11,1 meses (HR 0,74; P=0,0046).

Subgrupo IHC 3+ ou 2+/FISH+: SG 16,0 vs. 11,8 meses (HR 0,65). IHC 1+: sem benefício.

Aprovação FDA: outubro 2010 para gástrico/gastroesofágico HER2+ metastático 1ª linha.

Trastuzumabe SC: Formulação SC (600 mg fixo + rHuPH20): administração 2-5 min vs. 30-90 min IV. HANNAH: equivalência farmacocinética. Trastuzumabe SC é opção conveniente para tratamento prolongado.

Pertuzumabe: mecanismo diferente + CLEOPATRA (metastático) e APHINITY (adjuvante)

Pertuzumabe (Perjeta®, 2C4) — mecanismo: IgG1 humanizado anti-HER2 domínio II (diferente de trastuzumabe que inibe domínio IV). Domínio II é o sítio de dimerização de HER2 com outros ErbBs. Pertuzumabe impede heterodimerização de HER2 especialmente com HER3 (o heterodímero HER2-HER3 é o mais pró-mitogênico da família). Também ADCC.

Por que duplo bloqueio (trastuzumabe + pertuzumabe): Trastuzumabe: inibe domínio IV, ADCC, inibe sinalização constitutiva. Pertuzumabe: inibe dimerização (domínio II), bloqueia rota de sinalização residual via HER3. Duplo bloqueio = dois mecanismos complementares → mais completa supressão de HER2 → mais eficácia.

CLEOPATRA (Baselga et al., NEJM 2012; NEJM 2015) — mama HER2+ metastática 1ª linha: 808 pacientes mama HER2+ metastática não-tratada. Pertuzumabe + trastuzumabe + docetaxel vs. trastuzumabe + docetaxel.

SLP: 18,5 vs. 12,4 meses (HR 0,62; P<0,001). SG (4 anos): 57,1% vs. 50,2% (HR 0,68; P=0,0011). SG mediana: 56,5 vs. 40,8 meses.

Aprovação FDA: junho 2012 para mama HER2+ metastática 1ª linha. Duplo bloqueio tornou-se padrão universal.

APHINITY (von Minckwitz et al., NEJM 2017) — adjuvante: 4805 pacientes mama HER2+ precoce operada. Pertuzumabe + trastuzumabe + quimio (AC→TH ou TCH) vs. trastuzumabe + quimio.

DFS 6 anos: 90,6% vs. 87,8% (HR 0,76; P=0,0014). Benefício concentrado em: gânglios positivos (DFS 87,9% vs. 83,4%) e HR- (benefício mais claro). HR+ sem gânglios: benefício mínimo.

Aprovação FDA: setembro 2017 para mama HER2+ precoce adjuvante (preferência em alto risco: gânglios positivos ou HR-).

Cardiotoxicidade de trastuzumabe: FEVE (fração de ejeção VE): avaliação a cada 3 meses durante trastuzumabe. Queda de FEVE ≥10 pontos abaixo normal ou ≥16 pontos → suspensão, avaliação cardiológica. Recuperação geralmente ocorre após suspensão (ao contrário de doxorrubicina, que é permanente). Evitar trastuzumabe + antraciclina concomitante (antraciclina ANTES de iniciar trastuzumabe no esquema AC→TH).

T-DM1 (Kadcyla): ADC anti-HER2 — EMILIA (2ª linha) e KATHERINE (adjuvante neoadjuvante)

T-DM1 (ado-trastuzumabe emtansina, Kadcyla®): ADC: trastuzumabe + emtansina (DM1, derivado de maitansina — inibidor de polimerização de tubulina, 25× mais potente que vincristina) ligados por tioéter estável (MCC linker). DAR ~3,5. Trastuzumabe serve como "veículo" que entrega DM1 seletivamente em células HER2+.

Mecanismo: trastuzumabe liga HER2 → internalização do complexo → lisossomal degradação → liberação de DM1-Lys intracelular → inibição de tubulina → morte celular. Sem bystander killing (DM1-Lys não é membrane permeant).

EMILIA (Verma et al., NEJM 2012) — T-DM1 vs. lapatinibe+capecitabina em HER2+ metastático 2ª linha: 991 pacientes mama HER2+ metastática pré-tratadas com trastuzumabe + taxano. T-DM1 3,6 mg/kg q3sem vs. lapatinibe+capecitabina.

SLP: 9,6 vs. 6,4 meses (HR 0,65; P<0,001). SG: 29,9 vs. 25,9 meses (HR 0,75; P<0,001). ORR: 43,5% vs. 30,8%.

Aprovação FDA: fevereiro 2013 para mama HER2+ metastática 2ª linha.

KATHERINE (von Minckwitz et al., NEJM 2019) — adjuvante após doença residual pós-neoadjuvante: 1486 pacientes mama HER2+ com doença patológica residual após neoadjuvante (pHTx → cirurgia → patologia mostra tumor residual = "mau prognóstico"). T-DM1 14 ciclos vs. trastuzumabe 14 ciclos.

DFS 3 anos: 88,3% vs. 77,0% (HR 0,50; P<0,001). Redução de 50% no risco de recaída/morte — benefício extraordinário.

Aprovação FDA: maio 2019 para mama HER2+ com doença residual invasiva pós-neoadjuvante.

T-DM1 em gástrico HER2+: GATSBY: T-DM1 vs. taxano em gástrico HER2+ pré-tratado. Sem benefício em SG (HR 1,15 — pior). HER2 em gástrico é instável (heterogeneidade intratumoral, perda de expressão pós-trastuzumabe) — diferente de mama. T-DM1 não aprovado em gástrico.

Toxicidade de T-DM1: Trombocitopenia: 31% grau 3-4 (mecanismo: DM1 afeta produção de plaquetas). Hepatotoxicidade: elevação de AST/ALT em 8-10% grau 3. Neuropatia periférica: 20% (DM1 neuronal). Sem os efeitos de quimioterapia livre (sem náusea/vômito/alopecia proeminentes). Monitorar plaquetas antes de cada ciclo.

T-DXd (Enhertu): DESTINY-Breast03/04 — novo paradigma HER2+ e HER2-low

Trastuzumabe deruxtecana (T-DXd, Enhertu®, DS-8201): ADC de nova geração: trastuzumabe + deruxtecan (DXd = topoisomerase I inibidor, análogo de exatecana — 10× mais potente que irinotecan). DAR altíssimo: ~8 (vs. ~3,5 de T-DM1). Linker tetrapeptídeo clivável por catepsinas (B e L) → clivagem enzimática no lisossomo. DXd é membrane-permeant → bystander killing intenso.

DESTINY-Breast03 (Cortés et al., NEJM 2022) — T-DXd vs. T-DM1 em HER2+ metastático 2ª linha: 524 pacientes mama HER2+ metastática pré-tratadas com trastuzumabe + taxano (similar ao EMILIA, mas testando T-DXd vs. T-DM1 diretamente).

SLP: 28,8 vs. 6,8 meses (HR 0,33; P<0,001). ORR: 79,7% vs. 34,2%. CR: 16% vs. 8%.

T-DXd é SUPERIOR a T-DM1 em HER2+ metastático 2ª linha — diferença de SLP de 22 meses é extraordinária.

Aprovação FDA: maio 2022 para mama HER2+ metastático 2ª linha.

DESTINY-Breast04 (Modi et al., NEJM 2022) — HER2-low!: 557 pacientes mama HER2-low (IHC 1+ ou IHC 2+/FISH-) HR+ ou TNBC, ≥2 linhas prévias.

SLP em HR+: 10,1 vs. 5,4 meses (HR 0,51; P<0,001). SG em HR+: 23,9 vs. 17,6 meses (HR 0,64; P=0,003). SLP em TNBC HER2-low: 8,5 vs. 2,9 meses (HR 0,46).

Aprovação FDA: agosto 2022 para mama HER2-low — criando uma nova categoria oncológica.

Impacto de DESTINY-Breast04: Antes, HER2-low era considerado HER2 negativo — sem terapia anti-HER2. DESTINY-Breast04 mostrou que IHC 1+ ou 2+/FISH- (HER2-low, ~60% de todos os cânceres de mama HER2-) pode se beneficiar de T-DXd. O bystander killing intenso (DXd membrane-permeant) significa que células vizinhas com pouco HER2 também são mortas, explicando o benefício.

Pneumonite intersticial — toxicidade específica: T-DXd causa pneumonite intersticial/doença pulmonar intersticial (ILD/pneumonite) em 10-15% (grau 3-4: 1-3%, mas casos fatais reportados). Muito mais frequente que T-DM1. Mecanismo não completamente esclarecido (possivelmente DXd livre em pulmão). Monitoramento com TC e SpO2. Grau 1-2: corticóide + suspensão T-DXd. Grau 3-4: descontinuação permanente + corticóide intensivo.

T-DXd em HER2-mutado pulmão (não-amplificado): DESTINY-Lung02: T-DXd em CPNPC com ERBB2 mutado (ex18-20). ORR: 57,7%. Aprovação FDA: agosto 2022 para CPNPC HER2 mutado (não amplificado — nova indicação separada da amplificação).

Aviso Editorial

Este artigo tem caráter exclusivamente informativo e educacional, produzido pela equipe editorial da Peptídeos Bio com base em evidências científicas disponíveis até a data de publicação. Não constitui conselho médico, diagnóstico ou prescrição terapêutica. Peptídeos de pesquisa não possuem aprovação regulatória da ANVISA para uso clínico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado antes de iniciar qualquer protocolo. Leia o aviso médico completo.

Perguntas Frequentes

O que significa HER2 positivo no câncer de mama e é algo ruim?+

HER2 positivo (HER2+) significa que as células do câncer de mama têm uma quantidade muito alta da proteína HER2 na superfície — geralmente por amplificação do gene ERBB2 (muitas cópias extras). Isso faz as células crescerem mais rapidamente. Antes de 1998 (quando trastuzumabe foi aprovado), HER2+ era associado a pior prognóstico. Hoje, a situação inverteu: cânceres HER2+ respondem dramaticamente bem aos medicamentos anti-HER2 (trastuzumabe, pertuzumabe, T-DM1, T-DXd), e a sobrevida de pacientes com mama HER2+ metastática chegou a mais de 56 meses com duplo bloqueio (CLEOPATRA) — melhor que vários outros subtipos de mama. Aproximadamente 20% dos cânceres de mama são HER2+. O teste de HER2 (IHC e/ou FISH) é obrigatório no diagnóstico.

Trastuzumabe e pertuzumabe são o mesmo medicamento?+

Não — ambos são anticorpos anti-HER2, mas atingem pontos diferentes da proteína. Trastuzumabe (Herceptin) liga o domínio IV de HER2, inibindo a sinalização constitutiva e ativando células NK. Pertuzumabe (Perjeta) liga o domínio II, impedindo que HER2 se encaixe com outros receptores da família (especialmente HER3), bloqueando uma via de escape. A combinação dos dois — duplo bloqueio — foi superior ao trastuzumabe isolado tanto na doença metastática (CLEOPATRA: sobrevida de 56 meses vs. 41 meses) quanto no adjuvante de alto risco (APHINITY). A maioria dos protocolos modernos usa os dois juntos para HER2+ desde o diagnóstico, especialmente em doença avançada ou gânglios positivos no precoce.

Qual é a diferença entre T-DM1 (Kadcyla) e T-DXd (Enhertu)?+

Ambos são ADCs (anticorpos ligados a uma toxina) que usam trastuzumabe para encontrar células HER2+ e entregar uma substância que mata o tumor. A diferença principal está na toxina: T-DM1 usa emtansina (DM1, inibidor de tubulina) e tem cerca de 3,5 moléculas por anticorpo, sem 'matar vizinhos'; T-DXd usa deruxtecan (inibidor de topoisomerase I) e tem ~8 moléculas por anticorpo, além de uma toxina que difunde para células vizinhas (bystander killing). O resultado: T-DXd é muito mais potente — o estudo DESTINY-Breast03 comparou os dois diretamente e T-DXd teve sobrevida livre de progressão de 28,8 meses vs. 6,8 meses com T-DM1. T-DXd também foi aprovado para HER2-low (expressão baixa), enquanto T-DM1 é para HER2+ clássico. A desvantagem de T-DXd: maior risco de pneumonite (doença pulmonar inflamatória).

O que é câncer de mama HER2-low e como é tratado?+

HER2-low é uma nova categoria que surgiu após o estudo DESTINY-Breast04: são tumores com expressão baixa de HER2 — IHC 1+ (poucos receptores HER2) ou IHC 2+ sem amplificação do gene no FISH. Antes de 2022, eram tratados como HER2 negativos, sem terapia anti-HER2. O estudo DESTINY-Breast04 mostrou que T-DXd (Enhertu) melhora significativamente a sobrevida desses pacientes — em HR+ HER2-low, a sobrevida foi de 23,9 meses com T-DXd vs. 17,6 meses com quimioterapia. Cerca de 55-60% de todos os cânceres de mama classificados como HER2 negativos são na verdade HER2-low e potencialmente elegíveis ao T-DXd. Essa descoberta criou uma revolução na classificação do câncer de mama: além de HER2+ e HER2-, agora temos a subcategoria HER2-low com implicação terapêutica própria.

Trastuzumabe causa danos ao coração?+

Trastuzumabe pode reduzir a função cardíaca (fração de ejeção do ventrículo esquerdo), o que se manifesta como cardiomiopatia ou insuficiência cardíaca. Isso ocorre porque HER2 tem papel na maturação e sobrevivência dos cardiomiócitos — inibir HER2 no coração causa algum estresse. A boa notícia: na maioria dos casos é reversível ao suspender o tratamento, ao contrário da cardiotoxicidade permanente das antraciclinas (como doxorrubicina). Incidência: queda de FEVE clinicamente significativa em 5-10% dos pacientes. Por isso, o ecocardiograma é realizado antes e a cada 3 meses durante o uso de trastuzumabe. Contraindicação relativa: FEVE <50% antes de iniciar. Combinar trastuzumabe com antraciclina concomitantemente aumenta muito o risco — por isso, o protocolo padrão é: antraciclina primeiro → depois trastuzumabe.

Referências Científicas

  1. . , .
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Ver Metodologia Editorial para critérios de seleção e classificação das evidências. Ver Política Editorial para padrões de qualidade.

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