Use o cupom PRIMEIRA10 e ganhe 10% OFF na primeira compra
← Blog·peptideos19 de junho de 2026· 13 min de leitura

Prolactina, GH, IGF-1 e somatostatina: acromegalia, hiperprolactinemia, cabergolina e octreotida

Prolactina e GH são hormônios hipofisários com múltiplos efeitos. Hiperprolactinemia causa amenorreia e galactorreia — tratada com agonistas de dopamina (cabergolina). Acromegalia (GH/IGF-1 em excesso) — tratada com octreotida (análogo de somatostatina) e pegvisomanto. IGF-1 e eixo GH na longevidade.

B
BioPeptídeos Editorial
Equipe Peptídeos Bio
Compartilhar:

Eixo GH-IGF-1 e somatostatina: regulação da secreção e efeitos do hormônio do crescimento

Hipófise anterior — seis hormônios tróficos:

  • GH (somatotropina) — somatotrofos (50%)
  • Prolactina — lactotrofos (15%)
  • TSH — tireotrofos
  • ACTH — corticotrofos
  • LH + FSH — gonadotrofos

Regulação do GH — controle hipotalâmico dual:

GHRH (Growth Hormone-Releasing Hormone) — estimula:

  • 44 aa; hipotálamo; liga receptor GHRH-R (Gs → cAMP → PKA) em somatotrofos → síntese e pulsatile release de GH
  • Estimulado por: estresse, exercício, jejum, hipoglicemia, sono de onda lenta (delta — REM), α2 agonistas
  • Inibido por: hiperglicemia, obesidade, IGF-1 (feedback negativo)

Grelina (GHS — Growth Hormone Secretagogue) — potente estimulador de GH:

  • 28 aa acilado (octanoylation em Ser3 é essencial para atividade); produzida no fundo gástrico; aumenta pré-refeição
  • Receptor: GHS-R1a (Gq) em hipotálamo e somatotrofos
  • "Hormônio da fome" — estimula apetite e acúmulo de gordura + libera GH

Somatostatina (SST / SRIF) — inibe:

  • 14 aa (SS-14) ou 28 aa (SS-28); hipotálamo (núcleo periventricular); também em TGI, pâncreas, retina
  • 5 receptores (SSTR1-5) — todos Gi → ↓ cAMP; SSTR2/5 mais abundantes em hipófise e tumor de GH
  • Inibe: GH, TSH, insulina, glucagon, secretina, gastrina, CCK
  • Análogos farmacológicos: octreotida (8 aa, liga SSTR2/3/5), lanreotida, pasireotida (liga todos os 5 SSTR → mais potente mas mais efeitos adversos)

GH — efeitos fisiológicos:

Diretos (via receptor GHR → JAK2 → STAT5):

  • Lipolise em adipócitos (FFA mobilização)
  • Resistência à insulina (anti-insulínico — contraparte da insulina)
  • Gliconeogênese hepática
  • Captação de aminoácidos e síntese proteica diretamente

Indiretos via IGF-1 (Insulin-like Growth Factor 1):

  • GH → fígado (principal) e outros tecidos → síntese e secreção de IGF-1
  • IGF-1 → receptor IGFR1 (tirosina quinase, como receptor de insulina) → PI3K/Akt/mTOR + MAPK
  • Crescimento longitudinal: IGF-1 nas placas de crescimento (epífises) → proliferação de condrócitos
  • IGF-1 sistêmico: crescimento muscular, osso, visceral; anabólico
  • Eixo GH-IGF-1 na longevidade (controverso): camundongos GH/IGF-1 deficientes vivem 50-70% mais (Ames e Snell dwarfs); humanos com deficiência de Laron (insensibilidade a GH por mutação de GHR) → IGF-1 muito baixo → menor incidência de DM e câncer mas maior mortalidade total (maior risco de hipoglicemia neonatal, problemas cardíacos, vida mais curta por outras causas). Associação inversa IGF-1 alto e longevidade humana é inconsistente.

Pico de GH: puberdade; depois declina ~14%/década → somatopausa; déficit de GH no adulto: mais gordura visceral, menos massa muscular, menos energia, dislipidemia aterogênica

Reposes fisiológica de GH: adulto saudável → 8-10 pulsos/dia; pico durante sono (1-2h após adormecer, fase NREM 3-4/delta sleep)

Acromegalia: excesso de GH/IGF-1 na vida adulta — diagnóstico e tratamento com octreotida

Acromegalia — excesso crônico de GH em adulto (após fechamento das epífises):

  • Causa: 98% adenoma somatotropo hipofisário (GH-produtor); raramente tumor ectópico de GHRH
  • Mutação GNAS (gene que codifica proteína Gs-α) → ativação constitutiva de adenilato ciclase → cAMP constitutivamente alto → GH desregulado: em ~40% dos adenomas somatotrofos

Clínica (desenvolvimento lento — diagnóstico tardio ~10 anos):

  • Acral: crescimento de mãos (anel não entra mais no dedo), pés (número de calçado muda), mandíbula (prognatismo), nariz, lábios, língua
  • Facial: fronte proeminente, separação de dentes (diastema), rouquidão (espessamento de cordas vocais)
  • Visceral: cardiomegalia, hipertrofia de órgãos (hepatoesplenomegalia leve)
  • Sistêmico: diabetes mellitus (GH anti-insulínico), hipertensão, apneia do sono (70-80%), polipose colônica, artropatia
  • Neurológico: cefaleia (compressão pela massa), perda de campo visual (compressão do quiasma óptico por macroadenoma)

Diagnóstico:

  1. IGF-1 sérico elevado para idade e sexo — melhor rastreio (integra secreção pulsátil de GH ao longo do dia)
  2. Teste de supressão de GH com OGTT: 75g de glicose → GH normal cai para <1 ng/mL (ou <0.4 com ensaio ultrassensível); na acromegalia GH não suprime → confirma diagnóstico
  3. RM hipófise com contraste (gadolínio): localiza adenoma (micro <1 cm, macro ≥1 cm)

Tratamento:

1ª linha: Cirurgia transesfenoidal endoscópica:

  • Remissão em 70-90% dos microadenomas; 40-50% dos macroadenomas com extensão extraselar
  • Taxa de cura: IGF-1 normal pós-op + GH nadir <0.4 pós-OGTT

Tratamento farmacológico (quando cirurgia não cura/é contraindicada ou para redução pré-operatória):

Análogos de somatostatina (SSAs):

  • Octreotida (Sandostatin® LAR — Novartis): 20-40 mg IM q28 dias (formulação LAR); liga SSTR2 e SSTR5 → inibe GH

- Controle bioquímico (IGF-1 normal + GH <2.5 ng/mL) em ~50-55% de pacientes não curados pela cirurgia - Reduz volume do tumor em 30-50% dos casos - Efeitos adversos: litíase biliar (inibe contração da vesícula, diminui CCK), diarreia, esteatorreia, bradicardia, aumento de glicemia (inibe insulina)

  • Lanreotida (Somatuline® Autogel® — Ipsen): 90-120 mg SC q28 dias; similar à octreotida
  • Pasireotida (Signifor® LAR — Novartis): liga SSTR1/2/3/5 — mais potente → melhor controle em não responsivos a oct/lan; mais hiperglicemia (inibe glucagon e insulina → DM em 57% dos pacientes!)

Antagonista do receptor de GH:

  • Pegvisomanto (Somavert® — Pfizer/Pharmacia): análogo de GH modificado que bloqueia receptor GHR → não manda sinal → impede produção de IGF-1

- Normaliza IGF-1 em >90% dos pacientes resistentes a SSAs - Não reduz o tumor (pois não inibe GH, só bloqueia sua ação) — pode aumentar levemente o tumor (menos dopamina → menos supressão tumoral) - Monitorar GH (perde a utilidade como marcador — sobe com pegvisomanto) + IGF-1 como alvo - SC diária; custo muito elevado

Agonistas de dopamina (cabergolina) — eficácia limitada na acromegalia (~30% de normalização de IGF-1) mas oral e barato; usado em adenomas co-secretores de GH+PRL ou como adjunto

Radioterapia hipofisária: terceira linha após cirurgia + farmacológico; controle bioquímico lento (anos); risco de hipopituitarismo

Metas de tratamento: IGF-1 normal para idade/sexo + GH aleatório <1 ng/mL (ou <0.4 nadir OGTT) → mortalidade normalizada (acromegalia sem controle → mortalidade 2-3x maior por DCV, respiratório, câncer)

Hiperprolactinemia: causas, diagnóstico e tratamento com cabergolina

Prolactina (PRL) — regulação única:

  • Única que é predominantemente inibida pelo hipotálamo (via dopamina)
  • Dopamina (PIF — Prolactin Inhibiting Factor): secretada pelo núcleo arqueado → via túbero-hipofisária → liga D2 em lactotrofos → Gi → ↓ cAMP → suprime PRL
  • Estimuladores de PRL: TRH (thyrotropin-releasing hormone), VIP, serotonina, ocitocina, estrogênio (prolifera lactotrofos)
  • Corte de comunicação hipotálamo → hipófise (haste hipofisária) → PRL sobe (perde inibição por DA)

Funções fisiológicas de prolactina:

  • Lactação: induz síntese de caseína, lactoalbumina, lactose; ductos mamários desenvolvem-se com estrógeno+PRL+progesterona
  • Imunidade: PRL tem papel imunomodulatório (receptor em linfócitos)
  • Pós-parto: PRL suprime GnRH → amenorreia lactacional (método de planejamento familiar)

Hiperprolactinemia — causas:

Fisiológica: gravidez (PRL sobe 10-20x), lactação, sono, estresse, exercício

Farmacológica (mais comum): qualquer medicamento que bloqueie D2 (receptor de dopamina) → menos inibição de PRL → PRL sobe:

  • Antipsicóticos (haloperidol, risperidona, quetiapina, metoclopramida): maior causa iatrogênica
  • Antidepressivos (SSRIs, ADTs)
  • Opioides: via μ → suprimir dopamina; causa de hipogonadismo em usuários crônicos
  • Anti-hipertensivos: α-metildopa, verapamil (menos)
  • Cimetidina, estrogênios

Patológica:

  • Prolactinoma: adenoma lactotrofo — causa mais comum de hiperprolactinemia patológica; microprolactinoma (<1 cm, PRL geralmente <200 ng/mL), macroprolactinoma (≥1 cm, PRL >200 ng/mL; pode causar compressão do quiasma → hemianopsia bitemporal)
  • Outras massas supra/parasellares que comprimem haste (glioma, craniofaringioma, meningioma): interrupção de dopamina → PRL 50-150 ng/mL (vs macroprolactinoma geralmente >200)
  • Hipotireoidismo (TRH estimula PRL)
  • Insuficiência renal (↓ clearance de PRL)
  • Sarcoidose, histiocitose (infiltração de hipotálamo)

Clínica da hiperprolactinemia:

  • Galactorreia (secreção de leite fora da gestação/lactação): mais em mulheres
  • Mulheres: amenorreia/oligomenorreia (PRL suprime GnRH → menos LH/FSH → hipogonadismo), infertilidade, osteoporose
  • Homens: disfunção sexual (↓ libido, disfunção erétil), infertilidade, ginecomastia; mais tardio por diagnóstico mais difícil
  • Sintomas de compressão tumoral (macroadenoma): cefaleia, alteração visual

Diagnóstico: PRL sérica (amostra única se >100 ng/mL; 2-3 amostras se 25-100 ng/mL); TSH; creatinina; gravidez; RM hipófise com contraste; campimetria visual se macroadenoma

Tratamento — agonistas de dopamina (D2/D3 agonistas):

Cabergolina (Dostinex® — Pfizer) — 1ª linha:

  • Agonista D2/D3 potente e seletivo; 0.25-1 mg 2x/semana (formulação de longa ação — meia-vida ~65h!)
  • Eficácia: normaliza PRL em 90%+ dos microprolactinomas; reduz tumor em 60-80% dos macroprolactinomas
  • Efeitos adversos: náusea (menor que bromocriptina), cefaleia, hipotensão ortostática; doses altas (≥2 mg/dia, muito acima das doses de PRL) → valvulopatia cardíaca (agonismo 5-HT2B em fibroblastos cardíacos) — nas doses para hiperprolactinemia (muito baixas) risco de válvula parece mínimo
  • Suspensão após 2 anos de normalização em microprolactinoma: 50-70% mantêm remissão

Bromocriptina (Parlodel®) — mais antiga, menos eficaz e tolerada:

  • Agonista D2; oral 2-3x/dia (meia-vida curta); mais náusea, hipotensão, congestão nasal
  • Única aprovada durante gravidez (segura para feto) quando necessário tratar PRL na gestante
  • 1ª linha na gestação; cabergolina tem menos dados de segurança fetal mas está sendo cada vez mais usada

Quando cirurgia para prolactinoma: falha farmacológica, intolerância a agonistas de DA, apoplexia hipofisária aguda, déficit visual que não melhora rapidamente com medicamento, paciente que deseja definitivo

Perguntas frequentes sobre GH, IGF-1, prolactina e acromegalia

Aviso Editorial

Este artigo tem caráter exclusivamente informativo e educacional, produzido pela equipe editorial da Peptídeos Bio com base em evidências científicas disponíveis até a data de publicação. Não constitui conselho médico, diagnóstico ou prescrição terapêutica. Peptídeos de pesquisa não possuem aprovação regulatória da ANVISA para uso clínico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado antes de iniciar qualquer protocolo. Leia o aviso médico completo.

Perguntas Frequentes

GH para adultos sem deficiência é eficaz para anti-envelhecimento?+

Não há evidência suficiente para suportar o uso de GH em adultos sem deficiência documentada como terapia anti-envelhecimento, e os riscos são reais. O estudo fundador (Rudman 1990, NEJM) em homens idosos mostrou ganho de massa muscular e redução de gordura com GH por 6 meses — amplamente mal interpretado como 'reverter o envelhecimento 20 anos'. Estudos subsequentes mais longos e controlados mostraram: (1) efeitos em composição corporal são modestos e não se traduzem em força ou performance funcional; (2) IGF-1 crônico elevado está associado a maior risco de câncer (colorretal, mama, próstata) em estudos epidemiológicos; (3) Efeitos adversos frequentes: edema, síndrome do túnel do carpo, artralgias, ginecomastia, risco de diabetes. FDA aprova GH apenas para deficiência documentada (adultos com hipopituitarismo) — não para 'somatopausa' normal. A ESPEN (European Society for Endocrinology) e outras sociedades desaconselham explicitamente para anti-envelhecimento.

Como diferenciar prolactinoma de hiperprolactinemia iatrogênica por medicamento?+

A distinção é clinicamente importante pois o tratamento é completamente diferente: (1) História de medicamentos — a primeira verificação. Antipsicóticos, metoclopramida, domperidona, SSRIs, opioides, verapamil, α-metildopa são causas comuns. Se o medicamento puder ser suspenso (após consulta com especialista), suspender por 3-5 dias e remensurar PRL — normalização indica causa iatrogênica; (2) Nível de PRL: medicamentos raramente elevam PRL >100-150 ng/mL; prolactinoma tipicamente >150 ng/mL (micro) e >200-500 ng/mL (macro); (3) RM hipófise: identifica adenoma (prolactinoma); ausência de adenoma em paciente com PRL 30-100 ng/mL e em uso de antipsicótico → causa medicamentosa; (4) Cuidado: paciente com prolactinoma basal pode ter o diagnóstico obscurecido por antipsicótico — e interromper antipsicótico para diagnóstico pode não ser possível. Se RM mostra adenoma e PRL muito alta mesmo em uso de antipsicótico, prolactinoma é provável.

Acromegalia pode ser diagnosticada só pela aparência?+

Clinicamente sugere-se mas não se confirma só pela aparência — o diagnóstico requer confirmação bioquímica. A aparência é orientadora: crescimento de mãos/pés/mandíbula, prognatismo, diastema dental, rouquidão, sudorese excessiva, mudança no número do sapato no adulto (ninguém deveria precisar de sapato maior após os 20 anos). Porém as mudanças são graduais (anos a décadas) e frequentemente não são percebidas pelo próprio paciente ou família que convive diariamente. Médicos atentos a fotos antigas do paciente (passaporte de 10 anos atrás vs hoje) podem notar a transformação. Confirmação: IGF-1 elevado para idade/sexo → teste de supressão OGTT → RM hipófise. A acromegalia ativa por >10 anos sem controle praticamente garante mortalidade cardiovascular aumentada, daí a importância do diagnóstico precoce mesmo com suspeita clínica sutil.

Quais são os efeitos da octreotida além de tratar acromegalia?+

Octreotida tem múltiplos usos clínicos baseados na presença de receptores SSTR em vários tecidos: (1) Tumores neuroendócrinos (NET — carcinoide, gastrinoma, VIPoma): inibe secreção de hormônios do tumor → controle de síndrome carcinoide (flushing, diarreia), também tem efeito antiproliferativo moderado. PROMID/CLARINET trials: lanreotida/octreotida reduzem progressão de NETs GEP bem diferenciados; (2) Sangramento varicoso ativo no cirrótico: inibe secreção esplâncnica (VIP, glucagon) → reduz hipertensão portal e fluxo varicoso → usado nas primeiras 72h de hemorragia varicosa em adição ao tratamento endoscópico; (3) Fístula pancreática/enterocutânea: inibe secreção pancreática e intestinal → facilita fechamento de fístulas; (4) Acromegalia (descrita acima); (5) Síndrome de dumping pós-gastrectomia; (6) Diarreia severa em VIPoma ou síndrome de Zollinger-Ellison (gastrinoma). Os efeitos adversos mais comuns são GI (esteatorreia, diarreia) e cálculos biliares (pela inibição de colecistoquinina e contratilidade vesicular).

Referências Científicas

  1. Melmed S, Casanueva FF, Hoffman AR, et al. Diagnosis and treatment of hyperprolactinemia: an Endocrine Society Clinical Practice Guideline. J Clin Endocrinol Metab, 2011.
  2. Katznelson L, Laws ER Jr, Melmed S, et al. Acromegaly: an Endocrine Society Clinical Practice Guideline. J Clin Endocrinol Metab, 2014.
  3. Caplin ME, Pavel M, Ćwikła JB, et al. (CLARINET) Lanreotide in metastatic enteropancreatic neuroendocrine tumors (CLARINET). N Engl J Med, 2014.
  4. Rudman D, Feller AG, Nagraj HS, et al. Effects of human growth hormone in men over 60 years old (landmark anti-aging study, misinterpreted). N Engl J Med, 1990.
  5. Sherlock M, Woods C, Sheppard MC. Medical therapy in acromegaly: review of evidence and clinical practice. Nat Rev Endocrinol, 2011.

Ver Metodologia Editorial para critérios de seleção e classificação das evidências. Ver Política Editorial para padrões de qualidade.

#prolactina#GH#IGF-1#acromegalia#hiperprolactinemia#cabergolina#octreotida#somatostatina#pegvisomanto#hipófise

Avalie este conteúdo

Seja o primeiro a avaliar

Comentários

Faça login para deixar um comentário.

Ainda não há comentários. Seja o primeiro.

Pronto para começar?

Explore nosso catálogo de peptídeos com qualidade farmacêutica e COA.

Ver Catálogo →
Prolactina, GH, IGF-1 e somatostatina: acromegalia, hiperprolactinemia, cabergolina e octreotida | Peptídeos Bio