Use o cupom PRIMEIRA10 e ganhe 10% OFF na primeira compra
← Blog·peptideos23 de junho de 2026· 13 min de leitura

Amitriptilina, nortriptilina, imipramina (tricíclicos) e fenelzina, tranilcipromina, moclobemida (IMAO) — antidepressivos clássicos

Antidepressivos tricíclicos (ATCs) bloqueiam recaptação de serotonina e norepinefrina com múltiplos efeitos adicionais (histamina, acetilcolina, alfa-1). Altamente eficazes mas com janela terapêutica estreita e alta toxicidade. IMAOs irreversíveis (fenelzina, tranilcipromina) exigem dieta sem tiramina. Moclobemida é IMAO reversível seletivo (RIMA) mais seguro. Usos atuais em depressão refratária, dor crônica, enxaqueca e TOC.

B
BioPeptídeos Editorial
Equipe Peptídeos Bio
Compartilhar:

Antidepressivos tricíclicos (ATCs) — mecanismo, perfil de receptores e farmacocinética

Antidepressivos tricíclicos (ATCs) — denominados pela estrutura de 3 anéis (dois benzênicos + um central de 7 membros); foram os antidepressivos dominantes da psiquiatria de 1960-1990, antes dos ISRSs. Ainda em uso por sua eficácia comprovada e custo-efetividade.

Mecanismo de ação:

  1. Inibição de recaptação de monoaminas (SERT + NET): bloqueio do transportador de serotonina (SERT) e norepinefrina (NET) → mais 5-HT e NE na fenda sináptica → hipótese monoaminérgica da depressão; esse é o mecanismo antidepressivo central
  2. Bloqueio colinérgico muscarínico (M1, M2, M3): causa os efeitos anticolinérgicos — boca seca, constipação, retenção urinária, midríase, taquicardia, confusão (mais problemático em idosos)
  3. Bloqueio de receptores histaminérgicos H1: sedação intensa + ganho de peso; por isso alguns ATCs são muito sedativos (amitriptilina = altamente antihistamínico)
  4. Bloqueio de receptores alfa-1 adrenérgicos: hipotensão ortostática, tontura
  5. Bloqueio de canais de Na+ e K+ (em superdose): cardiotoxicidade — alargamento de QRS, QT longo, arritmias ventriculares letais; a principal causa de morte em overdose de ATCs

Perfil dos principais ATCs:

  • Aminas terciárias (maior bloqueio de SERT e mais efeitos anticolinérgicos/H1):

- Amitriptilina (Tryptanol® / Laroxyl®): inibe SERT >> NET; altamente sedativo (H1); anticholinérgico moderado; 1ª escolha para dor neuropática e migrânea profilática; para depressão em doses maiores; dose 10-75 mg/dia (dor) → 75-300 mg/dia (depressão) - Imipramina (Tofranil® — Novartis): histórico — primeiro ATC estudado por Kuhn (1957); inibe SERT + NET; menos sedativo que amitriptilina; ainda usado para enurese noturna em crianças (dose única noturna), depressão, pânico; dose 25-250 mg/dia - Clomipramina (Anafranil® — Novartis): maior seletividade para SERT entre os ATCs; 1ª linha para TOC (o único ATC com evidência robusta em TOC); também para pânico, depressão; dose 25-250 mg/dia

  • Aminas secundárias (metabólitos das terciárias; mais ação em NET; menos efeitos colaterais):

- Nortriptilina (Pamelor® — Novartis; genérico): metabólito ativo da amitriptilina; NET > SERT; melhor tolerado que amitriptilina (menos sedação, menos efeito anticolinérgico); útil em idosos (o ATC mais usado em idosos quando necessário); dor neuropática; dose 10-150 mg/dia - Desipramina: metabólito da imipramina; NET agonismo forte; menos usado no Brasil - Protriptilina: mais estimulante, menos sedativo; menos utilizado

Farmacocinética dos ATCs:

  • Alta lipossolubilidade → Vd muito grande (10-20 L/kg) → dificulta diálise em overdose
  • Metabolismo hepático extenso via CYP2D6 e CYP3A4 → metabolizadores lentos (CYP2D6 PM) têm exposição muito maior → toxicidade
  • Meia-vida longa: 20-50h (nortriptilina ~36h; amitriptilina ~24h incluindo metabolização) → dose única noturna possível
  • Nível sérico terapêutico monitorável (TDM — therapeutic drug monitoring): especialmente para nortriptilina (janela terapêutica 50-150 ng/mL bem definida) e imipramina + desipramina

Efeitos adversos — os 5 grandes:

  1. Anticolinérgicos (boca seca, constipação, retenção urinária, visão turva, glaucoma) — piores com amitriptilina e clomipramina
  2. Sedação e ganho de peso (H1) — piores com amitriptilina
  3. Hipotensão ortostática (α1-bloqueio) — risco de queda em idosos
  4. Cardiotoxicidade: prolongamento de QRS (bloqueio de Na+) e QTc → arritmias; CONTRAINDICADO em: bloqueio de ramo, síndrome de QT longo, IAM recente, arritmias; fazer ECG antes de iniciar e periodicamente
  5. Overdose fatal: a principal causa de morte por overdose de medicamentos prescritos historicamente; taquicardia ventricular, fibrilação ventricular por alargamento de QRS; manejo: bicarbonato de sódio IV (reverte bloqueio de Na+), suporte, não usar fisostigmina; lavagem gástrica se recente; hemodiálise ineficaz (alto Vd)

Contraindicações: glaucoma de ângulo fechado, hipertrofia prostática com retenção, bloqueio cardíaco, IAM recente, uso combinado com IMAO (síndrome serotonérgica grave + hipertensão)

Usos atuais dos ATCs (dominados por indicações não-psiquiátricas):

  • Dor neuropática: amitriptilina 10-75 mg/noite = 1ª linha global para neuropatia diabética, neuralgia pós-herpética, fibromialgia; inibe recaptação NE/5-HT → potencializa vias analgésicas descendentes
  • Profilaxia de migrânea: amitriptilina e nortriptilina; dose profilática baixa (10-50 mg/noite); mecanismo via 5-HT e NE
  • TOC: clomipramina (1ª linha junto com ISRSs); mecanismo: SERT-inibição
  • Enurese noturna (crianças ≥6 anos): imipramina dose única noturna; 2ª linha após alarme de enurese
  • Depressão refratária: ainda usados quando ISRSs/ISRSNs falham; eficácia equivalente a novos antidepressivos em meta-análises, porém mais efeitos adversos e risco de overdose

IMAOs (fenelzina, tranilcipromina) e moclobemida (RIMA) — mecanismos, dieta com tiramina e uso clínico

Monoaminoxidase (MAO): enzima que degrada monoaminas (serotonina, norepinefrina, dopamina, tiramina) nas células nervosas e nas células enterocromafins intestinais. Dois isoformas:

  • MAO-A: degrada preferencialmente 5-HT, NE, tiramina; dominante em placenta, intestino, neurônios NE/5-HT
  • MAO-B: degrada preferencialmente dopamina e fenilalanina; dominante em plaquetas, neurônios dopaminérgicos; alvo da selegilina e rasagilina no Parkinson

IMAOs clássicos — inibição irreversível não-seletiva de MAO-A e MAO-B:

Fenelzina (Nardil® — Pfizer; disponível EUA/UK, não no Brasil) e Tranilcipromina (Parnate® — disponível EUA/UK):

  • Inibidores irreversíveis de MAO-A e MAO-B → ↑↑↑ 5-HT + NE + DA no SNC → potente efeito antidepressivo
  • Efeito persiste por 2-3 semanas após suspensão (regeneração de MAO exige síntese proteica nova)
  • Eficácia: superiores a ISRSs em depressão atípica (hipersonia, aumento de apetite, rejeição interpessoal, fobia social), depressão bipolar com inversão de humor reativa, ansiedade social intensa; também para fobia social (fenelzina = 1ª linha em muitos guidelines para fobia social grave)

PERIGO CRÍTICO — CRISE TIRAMÍNICA (queijo-reação):

  • Tiramina em alimentos fermentados → normalmente degradada pela MAO-A intestinal antes de entrar na circulação
  • Com IMAO: MAO-A intestinal bloqueada → tiramina absorvida sistemicamente → ativa receptores adrenérgicos (alfa, beta) → liberação maciça de NE armazenada nos terminais simpáticos → crise hipertensiva grave: cefaleia occipital intensa (sinal de alarme — "thunderclap headache"), elevação abrupta de PA (pode > 220/120 mmHg), hemorragia intracraniana, IAM
  • Alimentos com ALTO teor de tiramina (PROIBIDOS com IMAOs clássicos): queijos curados (especialmente cheddar, parmesão, stilton — > 10 mg tiramina/porção), vinhos tintos (chianti especialmente), cervejas artesanais, embutidos/salames curados, extratos de levedura (Marmite®, shoyu em quantidade), fígado de frango, tempeh/miso
  • Alimentos com BAIXO teor: queijos frescos (ricota, cottage, cream cheese são relativamente seguros); vinhos brancos com moderação; frutas frescas
  • Dieta tiramina-livre é o maior obstáculo ao uso dos IMAOs irreversíveis — muitos pacientes não aderem e o risco de crise é real
  • Interações medicamentosas: qualquer simpatomimético (pseudoefedrina, fenilpropanolamina — descongestionantes) → crise hipertensiva; meperidina (petidina) + IMAO → síndrome serotonérgica e hiperpirexia fatal; ISRSs + IMAO → síndrome serotonérgica potencialmente fatal
  • Washout obrigatório: ao trocar ISRS → IMAO: aguardar 14 dias (fluoxetina: 5 semanas por meia-vida longa); ao trocar IMAO → ISRS: aguardar 14 dias

Moclobemida (Aurorix® — Roche; disponível na maioria dos países exceto EUA):

  • Inibidor reversível e seletivo de MAO-A (RIMA = Reversible Inhibitor of MAO-A)
  • A inibição é reversível → tiramina em altas concentrações desloca o moclobemida dos sítios de MAO-A → a MAO-A pode degradar tiramina → menos risco de crise tiramínica que IMAOs clássicos
  • Doses: 300-600 mg/dia (em 2-3 tomadas, após as refeições — tomar APÓS comer, não antes, para minimizar biodisponibilidade quando tiramina está sendo absorvida)
  • Eficácia: similar a outros antidepressivos; menos robusto para depressão atípica que fenelzina; bom para fobia social
  • Tolerabilidade: muito melhor que IMAOs clássicos; sem sedação, sem hipotensão ortostática, sem ganho de peso, sem anticolinérgicos; efeitos adversos: insônia, cefaleia (leves)
  • Dieta: moderação com alimentos muito ricos em tiramina (queijos muito curados, Marmite) — mas restrições muito mais brandas que IMAOs irreversíveis; a maioria dos alimentos é permitida
  • Ainda requer washout ao combinar com ISRSs (pelo menos 24h de intervalo) — síndrome serotonérgica possível mas menos grave
  • No Brasil: moclobemida é o único IMAO disponível (fenelzina e tranilcipromina não foram registrados pela ANVISA); popular em depressão resistente e fobia social

Comparação ISRS × ATC × IMAO para depressão: | Classe | Eficácia geral | Depressão atípica | Tolerabilidade | Risco em overdose | |---|---|---|---|---| | ISRS | Boa | Moderada | Excelente | Baixo | | ISRSN | Boa | Boa | Boa | Baixo | | ATC | Excelente | Boa | Moderada | ALTO | | IMAO irreversível | Excelente | Excelente | Ruim | Alto (dieta) | | RIMA (moclobemida) | Boa | Boa | Excelente | Baixo |

Perguntas frequentes sobre antidepressivos clássicos e IMAOs

Aviso Editorial

Este artigo tem caráter exclusivamente informativo e educacional, produzido pela equipe editorial da Peptídeos Bio com base em evidências científicas disponíveis até a data de publicação. Não constitui conselho médico, diagnóstico ou prescrição terapêutica. Peptídeos de pesquisa não possuem aprovação regulatória da ANVISA para uso clínico. Consulte sempre um profissional de saúde qualificado antes de iniciar qualquer protocolo. Leia o aviso médico completo.

Perguntas Frequentes

Amitriptilina é mais eficaz para dor crônica que para depressão?+

Essa é uma observação interessante e clinicamente relevante. A amitriptilina tem doses distintas para depressão e para dor. Para depressão: doses típicas são 75-300 mg/dia — doses menores geralmente são insuficientes como antidepressivo. Para dor neuropática, profilaxia de migrânea e fibromialgia: doses de 10-75 mg/dia já são eficazes, frequentemente tomadas à noite (pela sedação H1). O mecanismo da analgesia é diferente do mecanismo antidepressivo: a analgesia é mediada pela inibição de recaptação de NE nas vias inibitórias descendentes da dor (córtex periaquedutal, rafe, medula espinal) — ocorre em doses menores e mais rapidamente (dias a semanas vs 2-4 semanas para o efeito antidepressivo). Por isso, a amitriptilina é frequentemente prescrita por médicos não-psiquiatras (neurologistas, clínicos gerais) em doses baixas para dor, sem o objetivo de tratar depressão. Em pacientes com depressão comórbida + dor crônica, a amitriptilina pode tratar os dois, mas frequentemente precisará de dose mais alta que a usada puramente para dor. A nortriptilina é muitas vezes preferida em idosos por ser melhor tolerada (menos sedação, menos anticolinérgico) mantendo o efeito analgésico.

Posso beber vinho se estou tomando moclobemida?+

Com moclobemida (RIMA), as restrições dietéticas são muito menores que com os IMAOs clássicos (fenelzina, tranilcipromina). Como o moclobemida é um inibidor REVERSÍVEL de MAO-A, a tiramina alimentar em doses normais consegue deslocar o moclobemida da enzima e ser metabolizada normalmente. Isso não acontece com os IMAOs irreversíveis onde a enzima está permanentemente bloqueada. Sobre o vinho especificamente: vinho branco em quantidade moderada (1-2 taças) geralmente é seguro com moclobemida; vinhos tintos encorpados (chianti, borgonha) contêm mais tiramina — moderação é prudente; vinhos tintos em grande quantidade (várias taças) devem ser evitados pela combinação de tiramina + álcool (álcool também pode aumentar ligeiramente os níveis de moclobemida por competição no metabolismo hepático). Queijos muito curados (cheddar velho, stilton, gorgonzola, parmesão añejo) ainda merecem moderação — esses têm teores muito altos de tiramina que podem superar a capacidade de deslocamento da enzima. A regra prática: dieta mediterrânea normal é geralmente compatível com moclobemida; evitar excesso de alimentos muito fermentados/curados e grandes quantidades de álcool; informar o médico sobre qualquer cefaleia nova, palpitações ou sensação de pressão na cabeça (possível sinal precoce de crise hipertensiva leve).

Por que os tricíclicos são tão perigosos em overdose e o que fazer?+

Os antidepressivos tricíclicos são uma das principais causas de morte por intoxicação medicamentosa e têm uma das janelas terapêuticas mais estreitas da psiquiatria. O mecanismo da toxicidade em overdose é multifatorial e grave: (1) Bloqueio de canais de Na+ cardíacos: QRS alargado (>120ms = sinal crítico) → bloqueio de condução, taquicardia ventricular, fibrilação ventricular; (2) Bloqueio de K+ → QT longo → torçades de pointes; (3) Bloqueio alfa-1 → hipotensão grave; (4) Anticolinérgico central → agitação, confusão, convulsões (convulsão pode precipitar arritmia); (5) Bloqueio de GABA-A → convulsões. A trilogia clínica de overdose de ATC: confusão/agitação (anticolinérgico) + hipotensão (alfa-1) + QRS alargado no ECG — é diagnóstica. Tratamento: (1) Carvão ativado se ingesta <1h e sem convulsão; (2) Bicarbonato de sódio IV (alvo: pH arterial 7.45-7.55 ou Na+ sérico 150-155 mEq/L) → reverte o bloqueio de Na+ (o sódio extra e a alcalinização competem com o ATC no canal) — indicado para QRS >100ms, hipotensão ou arritmia; (3) Suporte hemodinâmico com norepinefrina (alfa-1 potente); (4) Benzodiazepínico para convulsões; (5) NÃO usar fisostigmina (pode precipitar assistolia), NÃO usar flumazenil. A hemodiálise é ineficaz pelo alto volume de distribuição. QRS >160ms é preditor de FV iminente. A mortalidade em overdoses adequadamente tratadas é baixa, mas o manejo em UTI é obrigatório.

Clomipramina realmente funciona melhor que ISRSs para TOC?+

O TOC (Transtorno Obsessivo-Compulsivo) é o único transtorno psiquiátrico onde os dados sugerem que um ATC específico — clomipramina — pode ser superior aos ISRSs. Por que a clomipramina é especial no TOC: clomipramina é o ATC com maior seletividade para inibição do SERT entre os tricíclicos (SERT >> NET, diferente da maioria dos ATCs que têm mais equilíbrio NE/5-HT). A hipótese serotonérgica do TOC sugere que é um transtorno predominantemente de déficit de serotonina em circuitos frontoestriatais, e que o grau de inibição de SERT é o determinante do efeito anti-TOC. Meta-análises comparativas (Greist 1995, Kobak 1998): clomipramina mostrou tamanhos de efeito ligeiramente maiores (d~0.9-1.0) que ISRSs (d~0.6-0.8) no TOC. No entanto, as diretrizes atuais (APA, SBP) recomendam ISRSs como primeira escolha por serem melhor tolerados — e mudar para clomipramina (ou combinação clomipramina + ISRS) apenas em falha de 2-3 ISRSs. A associação clomipramina + ISRS é usada em TOC refratário mas requer atenção às interações (ISRSs inibem CYP2D6/1A2 que metabolizam a clomipramina → aumentam nível de clomipramina → toxicidade cardíaca e anticolinérgica). TDM (monitoramento de nível sérico) é recomendado na combinação.

Referências Científicas

  1. Leucht S, Cipriani A, Spineli L, et al. (Lancet network meta-analysis — antidepressants 2018) Comparative efficacy and acceptability of 21 antidepressant drugs for the acute treatment of adults with major depressive disorder. Lancet, 2018.
  2. Finnerup NB, Attal N, Haroutounian S, et al. (Lancet Neurol 2015 — neuropathic pain pharmacotherapy) Pharmacotherapy for neuropathic pain in adults: a systematic review and meta-analysis. Lancet Neurol, 2015.
  3. Lam RW, Kennedy SH, Grigoriadis S, et al. (CANMAT — Canadian antidepressant guidelines 2009) Canadian Network for Mood and Anxiety Treatments (CANMAT) clinical guidelines for the management of major depressive disorder in adults. III. Pharmacotherapy. J Affect Disord, 2009.
  4. Piccinelli M, Pini S, Bellantuono C, Wilkinson G. (systematic review — IMAO in social anxiety) Efficacy of drug treatment in obsessive-compulsive disorder. A meta-analytic review. Br J Psychiatry, 1995.
  5. Buckley NA, Faunce TA. (clinical pharmacology — tricyclic antidepressant overdose) Trials and tribulations of electroencephalographic criteria for tricyclic antidepressant overdose. Clin Pharmacol Ther, 2003.

Ver Metodologia Editorial para critérios de seleção e classificação das evidências. Ver Política Editorial para padrões de qualidade.

#amitriptilina#nortriptilina#imipramina#tricíclico#fenelzina#tranilcipromina#IMAO#moclobemida#antidepressivo#depressão

Avalie este conteúdo

Seja o primeiro a avaliar

Comentários

Faça login para deixar um comentário.

Ainda não há comentários. Seja o primeiro.

Pronto para começar?

Explore nosso catálogo de peptídeos com qualidade farmacêutica e COA.

Ver Catálogo →
Amitriptilina, nortriptilina, imipramina (tricíclicos) e fenelzina, tranilcipromina, moclobemida (IMAO) — antidepressivos clássicos